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quarta-feira, 29 de abril de 2009

Aprenda sobre evolução humana - Aula de biologia

Aula de Biologia- Explicação sobre evolução humana.

A evolução humana

A evolução humana pode ser esquematizada da seguinte forma:



Os australopithecus

Os fósseis mais antigos aparentados com o homem têm origem no Pleistoceno inferior e são chamados de Australopitecídeos.

O primeiro crânio foi descoberto em 1925 na África Meridional. Esse crânio pertencia a uma criança com 6 anos de idade, com volume craniano pequeno, maxilares robustos e acentuado prognatismo.

Posteriormente, ainda na África, foram descobertos inúmeros restos de esqueletos, de sorte que atualmente dispomos de uma centena de indivíduos, todos pertencentes aos Australepiticídeos. Seu estudo revela uma mistura de caracteres simiescos e humanos. Entre os primeiros salientam-se frente Saiva a volume craniano máximo de 700 centímetros cúbicos.

Dos caracteres humanes evidenciamos a existência de uma bacia e de uma articulação craniana, que são capazes de garantir uma postura vertical quase perfeita.

As variações entre as amostras mostram a existência de dois gêneros distintos: Austrapolithecus e Paranthropus.

O Paranthropus, mais primitivo, sem fronte, apresentava uma crista sagital, forte proeminência da arcada supra-orbital e, molares maciços, indicando um regime vegetariano.

O Australopithecus já era mais evoluído: o crânio apresentava 650 centímetros cúbicos, com arcada supra-orbital pouco acentuada e dentição indicando um regime onívoro. As ossadas a as conchas encontradas junto às amostras demostram que os Australopithecus caçava, pescava, comendo carne e mariscos. O Paranthropus só viveu até a metade do Pleistoceno, ao passo que o Australopithecus, melhor adaptado, prosseguiu sua evolução originando o homo sapiens:

Os Homo habilis

Em 1960 Louis Leakey encontrou, na África, aproximadamente seis fósseis e os chamou de Homo habilis. A reconstrução do Home habilis sugere uma criatura com 1,25m de altura, dentes - Os dentes são estruturas duras, calcificadas, presas aos maxilares superior e inferior, e a função principal, como sabemos, é a mastigação. Os conhecimentos biológicos são formados desde a pré história, através de fundamentos empíricos. Dentes pequenos e pés semelhantes aos do homem.

Junte com os restos foram encontrados seixos trabalhos com bordos cortantes, indicando que o Homo habilis era capaz de trabalhar a pedra. Essa espécie, datada de 1.700.000 anos é considerado o ancestral da espécie humana.

Os Homo erectus


Um dos mais antigos hominídeos, foi descoberto por Eugene Dubois, em 1891, na região leste de Java. Inicialmente foi chamado de Pithecantropus erectus, nome posteriormente alterado para Homo erectus. A reconstrução esquelética indicou que o adulto atingia 1,70m de altura, pesava 70 quilogramas.

A capacidade craniana variava de 700 a 1.100 centímetros cúbicos. As arcadas supra-ciliares eram preeminentes e não tinha queixo, dentes grandes e caninos não ultrapassando os demais dentes. Vivia em cavernas ou abrigos de pedras, por ele construídos. Em 1920 escavações em cavernas próximas a Pequim, Davidson Black encontram o chamado homem de Pequim e deu-lhe o nome de Sinanthropus pekinensis, porém, a descoberta de outros espécimes revelou que se tratava de uma variedade do Homo erectus.O crânio, dotado de protuberâncias supra-erbitais apresentava uma capacidade de 1075 centímetros cúbicos. Ao lado do homem de Pequim foram encontrados objetos talhados em pedra a restes de cinza, provando o conhecimento do fogo.

Homo Sapiens

Há aproximadamente 70.000 anos atrás, surgiu o Home sapiens, do qual existem numerosas amostras. Ele teria se apresentado em duas superfícies: Homo sapiens neanderthalensis e Homo sapiens sapiens.

O primeiro, homem de Neandertal, foi descoberto no vale de Neander, próximo a Dusseldorf, sendo da constituição forte, cuja altura ficava entre de 1,50 a 1,60m.


Fonte(s) de consulta: Colégio Web

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Aprenda sobre transgênicos - Os lados positivos e negativos desses alimentos

Aula de Biologia - Explicação sobre transgênicos

O que é?

Alimentos Geneticamente Modificados: são alimentos criados em laboratórios com a utilização de genes (parte do código genético) de espécies variadas de animais, vegetais ou micróbios.

Organismos Geneticamente Modificados: são os organismos que sofreram mudanças no seu código genético por métodos ou meios que não ocorrem naturalmente.

Engenharia Genética: ciência responsável pela manipulação das informações contidas no código genético, que comanda todas as funcionalidades da célula. Esse código é retirado da célula viva e manipulado fora dela, modificando a sua estrutura (modificações genéticas).

Com o aprimoramento e desenvolvimento das técnicas de obtenção de organismos geneticamente modificados e o crescimento da sua utilização, surgiram então, dois novos termos para o nosso vocabulário: biotecnologia e biossegurança.

Biotecnologia é o processo tecnológico que possibilita a utilização de material biológico para fins industriais.

A biossegurança é a ciência responsável por controlar e minimizar os riscos da utilização de variadas tecnologias em laboratórios ou quando aplicadas ao meio ambiente.


Os lados positivos dos alimentos transgênicos

- Crescimento da produção de alimentos;
- Melhoria do conteúdo nutricional, desenvolvimento de nutricênicos (alimentos que têm fins terapêuticos);
- Maior resistência e durabilidade no processo de reservas. (Estocagem, armazenamento)



Os lados ruins dos alimentos transgênicos

- Agravamento de reações alérgicas;
- As plantas que não sofreram modificação genética poderão ser eliminadas pelo processo de seleção natural, pois, as transgênicas possuem maior resistência às pragas e pesticidas;
- Aumento da resistência aos pesticidas e gerando um maior consumo maior deste tipo de produto;
- Mesmo eliminando pragas prejudiciais à plantação, o cultivo de plantas transgênicas pode, também, matar algumas populações benéficas como abelhas, minhocas e outros animais e espécies de plantas.


Lista com alguns países que cultivam alimentos transgênicos

Estados Unidos: melão, soja, tomate, algodão, batata, canola, milho.
União Européia: tomate, canola, soja, algodão.
Argentina: soja, milho, algodão.


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Desde o final da década de 70, pesquisadores de todo o mundo aprenderam a transferir genes de um organismo para outro, seja ele animal ou vegetal, alterando suas características naturais. Com isso, tornaram possível criar porcos com menos gordura na carne, plantar feijão com mais proteína nos grãos ou soja resistente a herbicidas. O lançamento da soja transgênica no mercado aquece a polêmica sobre a biotecnologia no ano de 1999. Essa planta tem em suas células um gene que não faz parte do organismo de nenhum vegetal. Retirado de uma bactéria, a agrobacterium, ele controla a fabricação de uma proteína, conhecida pela sigla EPSPS, que bloqueia a ação dos herbicidas. Isso permite eliminar o mato sem risco de prejudicar a planta cultivada.

Os ''promotores'' dos alimentos geneticamente alterados dizem que a ciência não tem controle total sobre o funcionamento dos genes. Para eles, as pesquisas devem ser aprofundadas antes que os novos produtos sejam liberados. No caso da soja modificada, existe o temor de que a substância EPSPS provoque efeitos inesperados no organismo dos consumidores, como alergias ou outro tipo de doença. Mesmo que o gene tenha sido preparado em laboratório para funcionar apenas nas folhas, e não nos grãos – a parte comestível da planta –, não há como garantir que eles atuarão da forma programada.

Ampliar
Além da aplicação da biotecnologia pela indústria alimentícia, plantas e animais vêm sendo alterados para outras finalidades, como a produção de tecidos. Uma das mais recentes novidades desse campo, lançada em 1999 nos EUA, é um algodão que nasce colorido – verde, vermelho ou amarelo –, conforme o interesse do produtor. Outra vertente de pesquisa avançada é a da modificação de organismos para a produção de medicamentos. Na Escócia, o Instituto Roslin – o mesmo que fez a clonagem da ovelha Dolly – cria carneiros em cujo leite é gerada uma droga que estimula a coagulação do sangue. Chamada de Fator IX, ela deverá ser empregada no combate à hemofilia.


Fonte(s) de consulta: Algo sobre

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quinta-feira, 9 de abril de 2009

Aprenda sobre significação das palavras - (sinônimos, antônimos, homônimos e parônimos)

Aula de Português - Explicação sobre significação das palavras (Sinônimos, Antônimos, Homônimos, Parônimos)

Significação das Palavras

Sinônimos

São palavras de sentido igual ou próximo: alfabeto e abecedário; brado, grito e clamor; extinguir, apagar e abolir.

Observação :

A contribuição greco-latina é responsável pela existência de vários pares de sinônimos: adversário e antagonista; translúcido e diáfano; semicírculo e hemiciclo; contraveneno e antídoto; moral e ética; colóquio e diálogo; transformação e metamorfose; oposição e antítese.

Antônimos

São aquelas palavras de significação oposta: ordem e anarquia; soberba e humildade; louvar e censurar; mal e bem.

Observação :

A antonímia poderá originar-se de um prefixo de sentido oposto ou negativo: bendizer e maldizer; simpático e antipático; progredir e regredir; concórdia e discórdia; ativo e inativo; esperar e desesperar; comunista e anti­comunista; simétrico e assimétrico.

Homônimos

a) Homógrafos: são palavras iguais na escrita e divergentes na pronúncia: rego (subst.) e rego (verbo); colher (verbo) e colher (subst.); jogo (subst.) e jogo (verbo); apoio (subst.) e apóio (verbo); denúncia (subst.) e denuncia (verbo); providência (subst.) e providencia (verbo).

b) Homófonos: são palavras identicas na pronúncia e diferentes na escrita: acender (atear) e ascender (subir); concertar (harmonizar) e consertar (reparar); cela (compartimento) e sela (arreio); censo (recenseamento) e senso (juízo); paço (palácio) e passo (andar).

c) Homógrafos e homófonos simultaneamente: São palavras iguais tanto na escrita como na pronúncia: caminho (subst.) e caminho (verbo); cedo (verbo) e cedo (adv.); livre (adj.) e livre (verbo).

Parônimos

São palavras semelhantes na escrita e na pronúncia: coro e couro; cesta e sesta; eminente e iminente; osso e ouço; sede e cede; comprimento e cumprimento; tetânico e titânico; autuar e atuar; degradar e degredar; infligir e infringir; deferir e diferir; suar e soar.

Fonte(s) de consulta: Coladaweb

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Aprenda sobre figuras de linguagens - Os recursos usados pelo falante

Aula de Português - Explicação sobre figuras de linguagem

As FIGURAS DE LINGUAGEM são os recursos usados pelo falante para realçar a sua mensagem. Veja a seguir uma lista com 16 figuras de linguagem acompanhadas de exemplos para você entender perfeitamente essa matéria muito vista nas aulas de português.

1) ANACOLUTO

É a falta de lógica que existe entre o início e o fim de uma frase.

Dois gatinhos miando no muro, conversávamos sobre como é complicada a vida dos animais.
Novas espécies de tubarão no Japão, refletia sobre como é misteriosa a natureza.

2) PLEONASMO

Na oração: “Ela cantou uma canção linda!”, houve o emprego de um termo excessivo, desnecessário, pois quem canta, só pode cantar uma canção, oras.

Na frase muito utilizada: “Vi com meus próprios olhos.”, também acontece o mesmo. Imagina! Teria como ver com as orelhas?

Pleonasmo é a repetição de idéias

3) HIPÉRBATO

Exemplos:
Correm pelo parque as crianças da rua.
Na escada subiu o eletricista.

As duas orações estão na ordem inversa.
O hipérbato consiste na inversão dos termos da oração.

Na ordem direta ficaria:

As crianças da rua correm pelo parque.
O eletricista subiu na escada.

4) ELIPSE – ZEUGMA

Veja os exemplos:

1-Na estante, livros e mais livros.
2-Ele prefere um passeio pela praia; eu, cinema.

No 1º exemplo temos uma elipse, já no 2º, a figura que aparece é o zeugma.

A elipse consiste na omissão de um termo que é facilmente identificado.

No exemplo 1, é claramente perceptível que o verbo “haver” foi omitido.
No exemplo 2, se dá o zeugma, que é a omissão de um termo que já fora expresso anteriormente.

“Ele prefere um passeio pela praia;eu, (prefiro) cinema.”(Não houve necessidade de repetir o verbo, pois foi possível entender a mensagem).

5) SILEPSE

É a concordância com a idéia e não com a palavra dita.
Pode ser: de gênero, número ou pessoa.

SILEPSE DE GÊNERO (masc./fem.)Vossa Excelência está admirado do fato?

O pronome de tratamento “Vossa Execelência” é feminino, mas o adjetivo “admirado” está no masculino. Ou seja, concordou com a pessoa a quem se referia (no caso, um homem).
Aqui temos o feminino e o masculino, logo, silepse de gênero.

SILEPSE DE NÚMERO (singular/plural)

Aquela multidão gritavam diante do ídolo.

Multidão está no singular, mas o verbo está no plural.
“Gritavam” concorda com a idéia de plural que está em “multidão”.

Mais exemplos.

A maior parte fizeram a prova.
A grande maioria estudam uma língua.

SILEPSE DE PESSOA

Todos estávamos nervosos.

Esta frase levaria o verbo normalmente para a 3ª pessoa (estavam - eles) mas a concordância foi feita com a 1ª pessoa(nós).
Temos aqui 2 pessoas ( eles e nós ) logo, silepse de pessoa.

Mais exemplos:

As duas comemos muita pizza.(elas – nós)
Todos compramos chocolates e balas.(eles – nós)
Os brasileiros sois um povo solidário. (eles – vós)
Os cariocas somos muito solidários.(eles – nós)

6) METÁFORA – COMPARAÇÃO

1-Aquele homem é um cavalo.

Estamos comparando um homem com um cavalo, pois esse homem é forte e robusto como um cavalo.

2-A vida vem em ondas como o mar.

Aqui também existe uma comparação, só que desta vez é usado o conectivo comparativo: como.

O exemplo 1 é uma metáfora e o exemplo 2 é uma comparação.

Exemplos de matáfora.

Ele é um capeta.
Ela uma flor.

Exemplos de comparação.

A chuva cai como canivetes.
A mocidade é como uma flor.

Metáfora: sem o conectivo comparativo.
Comparação: com o conectivo (como, tal como, assim como)

9) METONÍMIA

Aqui também existe a comparação, só que desta vez ela é mais objetiva.

Ele gosta de ler Agatha Christie.
Ele comeu uma caixa de chocolate.
(Ele comeu o que estava dentro da caixa)
A velhice deve ser respeitada.
Pão para quem tem fome.(“Pão” no lugar de “alimento”)
Não tinha teto em que se abrigasse.(“Teto” em lugar de “casa”)

10) PERÍFRASE - ANTONOMÁSIA

A Cidade Maravilhosa recebe muitos turistas durante o carnaval.
O Rei do futebol foi categórico.
A Dama do Suspense escreveu livros ótimos.
O Mestre do Suspense dirigiu grandes clássicos do cinema.

Nos exemplos acima notamos que usamos expressões especiais para falar de alguém ou de algum lugar.

Cidade Maravilhosa: Rio de Janeiro
Rei das Selvas: Pelé
A Dama do Suspense: Agatha Christie
O Mestre do Suspense: Alfred Hitchcock

Quando usamos esse recurso estamos empregando a perífrase ou antonomásia.
Perífrase, quando se tratar de lugares ou animais.
Antonomásia, quando forem pessoas

11) CATACRESE

A catacrese é o emprego indevido de uma palavra ou expressão por esquecimento ou ignorância do seu real sentido.

Sentou-se no braço da poltrona para descansar.
A asa da xícara quebrou-se.
O pé da mesa estava quebrado.
Vou colocar um fio de azeite na sopa.

12) ANTÍTESE

Emprego de termos com sentidos contrários.

Ela se preocupa tanto com o passado que esquece o presente.
A guerra não leva a nada, devemos buscar a paz.

13) EUFEMISMO

Aquele rapaz não é legal, ele subtraiu dinheiro.
Acho que não fui feliz nos exames.

O objetivo dessas orações foi abrandar a mensagem, ou seja, ser mais educado.
No exemplo 1 o verbo “roubar” foi substituído por uma expressão mais leve.
O mesmo ocorre co o exemplo 2 , “reprovado “ também foi substituído por uma expressão mais leve.

14) IRONIA

Que homem lindo! (quando se trata, na verdade, de um homem feio.)
Como você escreve bem, meu vizinho de 5 anos teria feito uma redação melhor!
Que bolsa barata, custou só mil reais!

15) HIPÉRBOLE

É o exagero na afirmação.

Já lhe disse isso um bilhão de vezes.
Quando o filme começou, voei para casa.

16) PROSOPOPÉIA

Atribuição de qualidades e sentimentos humanos a seres irracionais e inanimados.

A formiga disse para a cigarra: ” Cantou...agora dança!”



Fonte(s) de consulta: Infoescola

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Aprenda a interpretar textos - Dicas para interpretação de textos

Aula de Português - Dicas sobre interpretação de texto

Não só os alunos afirmam gratuitamente que a interpretação depende de cada um. Na realidade isto é para fugir a um problema que não é de difícil solução por meio de sofisma (=argumento aparentemente válido, mas, na realidade, não conclusivo, e que supõe má fé por parte de quem o apresenta).

Podemos, tranquilamente, ser bem-sucedidos numa interpretação de texto. Para isso, devemos observar o seguinte:

01. Leia todo o texto, procurando ter uma visão ampla do assunto;
02. Se encontrar palavras que não conhece, não interrompa a leitura, vá até o fim, ininterruptamente;
03. Leia, leia bem, leia profundamente, ou seja, leia o texto pelo menos umas três vezes;
04. Leia com perspicácia, sutileza, seja sagaz nas entrelinhas;
05. Volte ao texto quantas vezes precisar;
06. Não deixe que prevaleçam suas idéias sobre as do autor;
07. Partir o texto em pedaços (parágrafos, partes) para melhor entendimento;
08. Centralize cada questão ao pedaço (parágrafo, parte) do texto correspondente;
09. Verifique, com atenção e cuidado, o enunciado de cada questão;
10. Muito cuidado com os vocábulos: destoa (=diferente de ...), não, correta, incorreta, certa, errada, falsa, verdadeira, exceto, e outras; palavras que aparecem nas perguntas e que, às vezes, dificultam a entender o que se perguntou e o que se pediu;
11. Quando duas alternativas lhe parecem certas, procure a mais exata ou a mais completa;
12. Se o autor apenas sugerir idéia, procurar um fundamento de lógica objetiva;
13. Cuidado com as questões focadas em dados superficiais;
14. Não se deve procurar a verdade exata dentro daquela resposta, mas a opção que melhor se enquadre no sentido do texto lido;
15. Às vezes a etimologia ou a semelhança das palavras denuncia a resposta, se ligue!;
16. Tente estabelecer quais foram as opiniões expostas pelo autor, definindo o tema e a mensagem;
17. O autor defende idéias e você deve saber quais idéias são essas;
18. Os adjuntos adverbiais e os predicativos do sujeito são muito importantes na interpretação do texto.
Ex.: Ele morreu de fome.
de fome: adjunto adverbial de causa, determina a causa na realização do fato (= morte de "ele").
Ex.: Ele morreu faminto.
faminto:
predicativo do sujeito, é o estado em que "ele" se encontrava quando morreu.;
19. As orações coordenadas não têm oração principal, somente as idéias estão coordenadas entre si;
20. Os adjetivos interligados a um substantivo vão dar a ele maior clareza de expressão, aumentando-lhe ou determinando-lhe o significado.




Fonte(s) de consulta: Algosobre

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Aprenda a ler poemas - Como ler e interpretar poemas

Aula de Literatura- Explicação sobre leitura de poemas


Como ler um poema?

Já se tornou comum encontrar, nas listas de leitura obrigatória dos
grandes vestibulares, livros de poesia. E aí, diante da tarefa, surge a
pergunta obrigatória: como se lê poesia?
Para não ficarmos teorizando “no vazio”, vamos fazer nossas
observações a partir de um poema de Arnaldo Antunes:

UM DIA

1) sujar o pé de areia pra depois lavar na água
2) esperar o vaga‐lume piscar outra vez
3) ouvir a onda mais distante por trás da mais
próxima
4) não esperar nada acontecer
5) se chover, tomar chuva
6) caminhar
7) sentir o sabor do que comer
8) ser gentil com qualquer pessoa
9) barbear‐se no final da tarde
10) ao se deitar para dormir, dormir

Arnaldo Antunes. In: Boa companhia: poesia. São
Paulo: Companhia das Letras, 2003.

Precisamos, antes de mais nada, estabelecer uma diferença entre
a leitura que fazemos de modo despreocupado, para nossa fruição, e a
leitura destinada ao estudo de um texto, seja ele poético ou não.
Quando estamos diante de um texto a ser estudado, devemos
garantir que não somente compreendemos o que ele nos diz, por meio
de suas palavras, mas também reconhecer a reflexão que ele nos
propõe.

No caso do texto acima, o primeiro impacto provocado por sua
leitura deve ter sido a afirmação de que se trata de um poema.
Certamente você se surpreendeu pela apresentação dos versos
numerados, como se fossem uma lista.
Essa foi uma escolha intencional. Queríamos mesmo que você se
surpreendesse, porque essa surpresa inicial nos ajuda a introduzir a
primeira pergunta a ser respondida durante a leitura de um poema: do
que ele trata? Ou, em outras palavras, sobre o que “fala” o texto?
Releia o poema de Arnaldo Antunes. É impossível não perceber
que nele foram listadas várias “tarefas” a serem cumpridas por alguém.
Seria um pouco estranho, porém, supormos que a intenção de Arnaldo
Antunes fosse levar os leitores desse poema a interpretarem, de modo
literal, as tarefas que ali apresentadas.
Pense bem: por que alguém deveria sujar o pé na areia para,
depois, lavar na água?; ou “esperar o vagalume piscar outra vez”?,
como sugerem os dois primeiros versos?
Os poemas não são textos que oferecem, de modo direto e
objetivo, um ensinamento ou uma informação. Nesse sentido, eles não
“significam” como outros textos com os quais temos contato diário
(notícias de jornal, artigos, textos didáticos, etc.).
William Wordsworth, um importante poeta inglês que viveu e
escreveu no século XIX, costumava dizer que a boa poesia é aquela
que nasce de um transbordamento espontâneo de sentimentos
poderosos. Mas reconhecia que, embora ela deva nascer da emoção,
precisa ser escrita com serenidade. Já Robert Frost, um dos mais
celebrados poetas americanos do século XX, dizia que o poema nasce
de um nó na garganta, de um sentimento de que algo está errado, das
saudades de casa, das amarguras do amor, para, daí, ganhar forma no
pensamento, que encontra as palavras exatas para expressá-lo.

Nos dois testemunhos, encontramos uma “pista” importante para a
leitura da poesia: ela lida com emoções, sentimentos, estados de alma.
E faz isso por meio de imagens, representações simbólicas que
permitam ao leitor compreender de que está falando o poeta, sem que
ele precise recorrer a longuíssimas explicações. Isso seria, aliás, um
grande problema, já que a “matéria” da poesia é subjetiva.
Nosso papel como leitores é, em certa medida, refazer o caminho
trilhado pelo autor, no momento em que converteu em imagem
determinados sentimentos/emoções que experimentou a partir de
experiências específicas. Por isso, ler poesia significa estar disposto a
realizar um exercício contínuo de reflexão sobre imagens e metáforas
para buscar o seu significado primeiro, para descobrir o que elas
representam.

Voltemos ao poema de Arnaldo Antunes. Precisamos, em primeiro
lugar, identificar as imagens que ele nos ofereceu em seu texto. Cada
uma delas vai funcionar, para nós, como “pontos” em um mapa. Uma
vez identificados todos os pontos, podemos percorrer um caminho
mental semelhante àquele trilhado pelo poeta e, assim, compreender o
poema lido.

O conjunto de imagens criadas no texto evoca, no leitor, uma série
de pequenos gestos, coisas simples para as quais não prestamos muita
atenção, mas que sugerem momentos especiais, prazerosos... Lavar a
areia que ficou grudada nos pés, observar um vagalume, ouvir o
barulho ritmado das ondas que se quebram incessantemente, tomar
chuva, caminhar, saborear a comida, fazer a barba no fim do dia e,
finalmente, dormir.

Nenhuma dessas ações se enquadra no tipo de lista que todos nós
fazemos constantemente. Nossas listas costumam enumerar
compromissos de trabalho ou estudo, pagamento de contas, produtos
a serem comprados.
De modo geral, listamos tudo aquilo que precisamos fazer com
alguma urgência e temos medo de esquecer, caso não tenhamos
anotado em um papel. Essas listas podem ser vistas como um sinal da
vida atribulada que levamos hoje em dia.
Que sentido, então, fazem as imagens evocadas pela lista de
Arnaldo Antunes? Não podemos reconhecer, em nenhuma delas, algo
urgente, que não pode ser esquecido. Pelo contrário, aparecem ali
ações perfeitamente “insignificantes”, se adotarmos uma perspectiva
pragmática, objetiva.
Mas, como nos ensinam Frost e Wordsworth, a poesia não é
objetiva ou prática. Portanto, vamos abandonar a perspectiva
pragmática e tentar compreender o que aquele conjunto de imagens
sugeridas no poema pode simbolizar.
O título do poema, “um dia”, pode nos oferecer uma pista
importante para interpretar essa lista aparentemente sem sentido. Se
fizermos uma leitura literal, ele poderia se referir ao conjunto de tarefas
que, na visão do poeta, devemos realizar no espaço de um dia (24
horas).
Uma leitura um pouco mais interpretativa poderia associá-lo,
porém, à expressão de um desejo futuro. O artigo indefinido (um) faz
com que esse “dia” não seja uma data precisa, específica. O título do
poema pode, nesse sentido, fazer referência ao que o poeta expressa
como um desejo a ser conquistado, algo que ele espera conseguir fazer
em algum momento da vida, que ainda virá.

Quando combinamos a leitura do título às imagens evocadas
pelos versos do poema, temos uma idéia um pouco mais precisa do
que significa esse texto. Tomado como a expressão de um desejo futuro
(ou mesmo como a lista de tarefas a serem cumpridas no espaço de 24
horas), o poema de Arnaldo Antunes se contrapõe de forma evidente
aos inúmeros afazeres que ocupam o nosso dia-a-dia. É como se ele
quisesse criar no leitor um reconhecimento imediato de ações que
deveriam ser “obrigatórias” para desfrutarmos dos pequenos prazeres
de vida.
Em outras palavras: o poema pretende nos apresentar, sim, um
ensinamento. Ele nos leva a reconhecer que as tarefas cotidianas, que
nos ocupam todo o tempo disponível, nos afastam dos prazeres mais
simples da vida. Talvez seja o momento de, como o poeta, fazermos
uma “lista” diferente de afazeres. Algo que contemple a nossa
necessidade de respirar fundo, ouvir o barulho das ondas, apreciar o
paladar da comida, dormir um sono tranqüilo.
Viu? Bastou identificarmos as imagens apresentadas no texto e
reconstituirmos o “mapa mental” que elas nos sugerem para chegar à
interpretação do poema.
Então, lembre-se: um poema “trabalha” com imagens. Se ele
propõe alguma conclusão ou ensinamento, faz isso por meio das
imagens e metáforas criadas para o leitor. Portanto, na hora de ler
poesia, procure sempre identificar essas imagens e descobrir o que elas
simbolizam no texto. Quando você menos esperar, estará lendo e
interpretando poemas de modo muito mais tranqüilo. Experimente.


Fonte(s) de consulta: Editora Moderna - Maria Luiza Marques Abaurre

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domingo, 5 de abril de 2009

Aprenda como usar a regra de tres composta - Aplicando regra de 3

Aula de Matemática - Explicação sobre Regra de 3 composta

A regra de três é uma das fórmulas mais úteis da matemática e uma das mais usadas efetivamente no nosso dia-a-dia!

Regra de três composta é usada em problemas com mais de duas grandezas, direta ou inversamente proporcionais.

Exemplos:

1) Em 8 horas, 20 caminhões descarregam 160m3 de areia. Em 5 horas, quantos caminhões irão ser necessários para descarregar 125m3?
Solução: montando a tabela, inserindo em cada coluna as grandezas de mesma espécie e, em cada linha, as grandezas de espécies diferentes que se correspondem:

Horas --------caminhões-----------volume
8↑----------------20↓----------------------160↑
5↑------------------x↓----------------------125↑

A seguir, devemos comparar cada uma das grandezas com aquela onde está o x.

Veja que:
Elevando o número de horas de trabalho, podemos reduzir o número de caminhões. Portanto a relação é inversamente proporcional (seta para cima na 1ª coluna).
Aumentando o volume de areia, devemos elevar o número de caminhões. Portanto a relação é diretamente proporcional (seta para baixo na 3ª coluna). Devemos igualar a razão que contém o termo x com o produto das outras razões de acordo com o sentido das setinhas.
Montando a proporção e resolvendo a equação obtemos:

Horas --------caminhões-----------volume
8↑----------------20↓----------------------160↑
5↑------------------x↓----------------------125↑


20/ x = 160/125 . 5/8 onde os temos da ultima fração foram invertidos

simplificando fica assim:

20/x = 4/5

4x = 20 . 5

4x = 100

x = 100 / 4

x = 25

Veja: serão necessários 25 caminhões

2) Em uma fábrica de brinquedos, 8 homens montam 20 carrinhos em 5 dias. Quantos carrinhos seriam montados por 4 homens em 16 dias?
Solução: montando a tabela:

Homens----- carrinhos------ dias
8-----------------20--------------5
4-------------------x-------------16

Veja que:
Subindo o número de homens, a produção de carrinhos também sobe. Isso quer dizer que a relação é diretamente proporcional (não precisamos inverter a razão).
Se o número de dias aumentar, a produção de carrinhos também aumenta. Portanto a relação também é diretamente proporcional (não precisamos inverter a razão). Devemos igualar a razão que contém o termo x com o produto das outras razões.
Montando a proporção e resolvendo a equação temos:

20/x= 8/4 . 5/16

20 / x = 40 / 64

40x = 20 . 64

40 x = 1280

x = 1280 / 40

x = 32

Assim, serão montados 32 carrinhos.

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Aprenda a aplicar regra de três simples - útil para vários problemas

Aula de Matemática - Explicação sobre Regra de três simples

A regra de três simples é uma das fórmulas mais úteis da matemática e uma das mais usadas efetivamente no nosso dia-a-dia!

Regra de três simples é um processo muito prático para resolver problemas onde existem quatro valores dos quais conhecemos três deles. Devemos, portanto, determinar um valor e chegar a um resultado a partir dos três já conhecidos.

Os passos utilizados numa regra de três simples:

1º) Criar uma tabela, agrupando as grandezas da mesma espécie em colunas e mantendo na mesma linha as grandezas de espécies diferentes em correspondência.

2º) Verificar se as grandezas são diretamente ou inversamente proporcionais.

3º) Montar a proporção e chegar a um resultado para a equação.

Exemplos:

1) Com uma área de absorção de raios solares de 1,2m², uma lancha com motor movido a energia solar consegue produzir 400 watts por hora de energia. Aumentando-se essa área para 1,5m², qual seria a energia produzida?

Solução: montaremos a tabela:

Área (m²) Energia (Wh)
1,2--------400
1,5-------- x

Identificando do tipo de relação:

Área--------Energia
1,2---------400↓
1,5---------- X↓


De inicio colocamos uma seta para baixo na coluna que contém o x (2ª coluna).
Observe que: Aumentando a área de absorção, a energia solar aumenta.
Como as palavras correspondem (aumentando - aumenta), podemos afirmar que as grandezas são diretamente proporcionais. Assim sendo, inserimos uma outra seta no mesmo sentido (para baixo) na 1ª coluna. Montando a proporção e resolvendo a equação temos:


Área--------Energia
1,2---------400↓
1,5-----------x↓


1,2X = 400.1,5


x= 400.1,5 / 1,2

x= 500

Assim, a energia produzida será de 500 watts por hora.


2) Um trem, deslocando-se a uma vel. média de 400Km/h, faz um determinado percurso em 3 horas. Em quanto tempo faria esse mesmo percurso, se a velocidade utilizada fosse de 480km/h?

Solução: Vamos montar a tabela:

Velocidade (Km/h) Tempo (h)
400-----------------3
480---------------- x

Identificando o tipo de relação:

velocidade----------tempo
400↓-----------------3↑
480↓---------------- x↑

Observação: como as setas estão invertidas precisamos inverter os números mantendo a primeira coluna e invertendo a segunda coluna ou seja o que esta em cima vai para baixo e o que esta em baixo na segunda coluna vai para cima

velocidade----------tempo
400↓-----------------X↓
480↓---------------- 3↓



480X = 400 . 3

x = 400 . 3 / 480

X = 2,5

De início colocamos uma seta para baixo na coluna que contém o x (2ª coluna).
Observe que: Aumentando a velocidade, o tempo do percurso diminui.
Como as palavras são contrárias (aumentando - diminui), podemos afirmar que as grandezas são inversamente proporcionais. Assim sendo, colocamos uma outra seta no sentido oposto (para cima) na 1ª coluna. Montando a proporção e resolvendo a equação temos:



Assim, o tempo desse percurso seria de 2,5 horas ou 2 horas e 30 minutos.




3) Fabianny comprou 3 camisas e pagou R$120,00. Quanto ela pagaria se comprasse 5 camisetas do mesmo tipo e preço?

Solução: montando a tabela:

Camisas----preço (R$)
3------------- 120
5---------------x

3x=5.120

o três vai para o outro lado do igual dividindo

x = 5.120/3

x= 200


Observe que: Aumentando o número de camisas, o preço aumenta.
Como as palavras correspondem (aumentando - aumenta), podemos afirmar que as grandezas são diretamente proporcionais. Montando a proporção e resolvendo a equação temos:



Logo, Fabianny pagaria R$200,00 pelas 5 camisetas.


4) Uma equipe de operários, trabalhando 8 horas por dia, realizou determinada obra em 20 dias. Se o número de horas de serviço for reduzido para 5 horas, em que tempo essa equipe fará o mesmo trabalho?

Solução: montaremos a tabela:

Horas por dia-----Prazo para término (dias)

8↑------------------------20↓
5↑------------------------x ↓

invertemos os termos

Horas por dia-----Prazo para término (dias)

8↑-------------------------x↑
5↑------------------------20↑


5x = 8. 20

passando-e o 5 para o outro lado do igual dividindo teremos:

5x = 8. 2 / 5

x = 32

Observe que: Reduzindo o número de horas trabalhadas por dia, o prazo para término aumenta.
Como as palavras são contrárias (diminuindo - aumenta), podemos afirmar que as grandezas são inversamente proporcionais.


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Aprenda sobre estatística básica - Noções de média

Aula de Matemática - Explicação sobre estatística basica

Noções de estatística

Qual foi a sua média de matemática no último bimestre? Um dos conceitos mais básicos e cotidianos da estatistica, a média é apenas um valor que "representa" vários outros. Com os exemplos a seguir, você vai ver que é simples. Imagine que, no bimestre, João fez cinco atividades que valiam nota nas aulas de matemática. Ele começou bem, mas terminou o bimestre mal. Recebeu as seguintes notas: 9, 7, 5, 3, 2.

Qual será a sua média ao fim do bimestre?

Para facilitar as contas, vamos adotar o seguinte padrão: S é a soma das notas, e n é o número de notas que ele teve. A média (M) será:

reprodução

Note que a sua média não é igual a nenhuma das notas que ele tirou. É um número que diz, mais ou menos, como João foi no bimestre.

As medidas de dispersão

Muitas vezes, a média não é suficiente para avaliar um conjunto de dados. Por ex: quando se fala em um grupo de mulheres com idade média de 18 anos. Esse dado, sozinho, não significa muito: pode ser que no grupo, muitas mulheres tenham 38 anos, e outras tantas sejam menininhas de apenas dois!

É vital, então, conhecer outra medida, a de que diferença (dispersão) existe entre a média e os valores do conjunto.

Retornando ao exemplo das notas de João, podemos calcular o desvio, que é a diferença de cada nota em relação à média:

Notas
Média
Desvio
9
5,2
3,8
7
5,2
1,8
5
5,2
- 0,2
3
5,2
- 2,2
2
5,2
- 3,2

Outro dado importante em matéria de estatística é obtido pela soma dos desvios ao quadrado. Cada desvio é elevado ao quadrado e, depois, somados:

Valores
Média
Desvio
Quadrado dos desvios
9
5,2
3,8
14,44
7
5,2
1,8
3,24
5
5,2
- 0,2
0,04
3
5,2
- 2,2
4,84
2
5,2
- 3,2
10,24
Soma dos quadrados dos desvios
32,8

A soma dos quadrados dos desvios dividida pelo número de ocorrências é recebe o nome de variância.

Assim:

reprodução

Outro valor que pode ser obtido a partir da média e da variância é o desvio padrão. Como os desvios foram elevados ao quadrado, deve-se tirar a raiz quadrada da variância e achar o desvio padrão:

reprodução

Só para se ter uma idéia melhor do que significa o desvio padrão veja o exemplo que segue:

Notas: (9, 9, 9, 1, 1, 1)

A média vai ser:

reprodução

O desvio padrão será Dp = 4 (tente calculá-lo por conta própria).

Veja que, apesar de esse aluno ter tido média 5, seu desempenho foi muito irregular (variou de 4 pontos! 5+4 =9 e 5-4 = 1), o que não é tão bom assim.

No exemplo anterior pode-se interpretar queJoãozin possuiu desempenho mais regular que esse outro aluno.


Fonte(s) de consulta: UOL educação (Carlos Campagner)

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Aprenda a calcular volume - Como fazer o cálculo de volumes sólidos

Aula de matemática- Explicação e fórmulas para calcular diversos volumes.

O volume de um corpo é a quantidade de espaço que esse corpo ocupa. Volume tem unidades de tamanho cúbicas (por exemplo, cm³, m³, in³, etc.) Assim, o volume de uma caixa (paralelepípedo retangular) de comprimento T, largura L, e altura A é:
V = T x L x A
Sua unidade no Sistema internacional de unidades é o metro cúbico (m³). A tabela a seguir mostra a equivalência entre volume e capacidade.
Volume Capacidade
metro cúbico quilolitro
decímetro cúbico litro
centímetro cúbico mililitro

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Através da prova do Enem você pode entrar para a universidade ou conseguir o diploma do ensino médio, você sabia disso? Qualquer pessoa pode fazer o Enem. Saiba mais sobre o assunto.
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Fórmulas do volume

Veja algumas fórmulas comuns para o cálculo do volume de sólidos:
Cubo:
s^3 = s \cdot s \cdot s (onde s é o comprimento de 1 lado)

Paralelepípedo:
l \cdot c \cdot a (largura, comprimento, e altura)

Cilindro:
\pi \cdot r^2 h (r = raio de uma face circular, h = a altura)

Esfera:
\frac{4}{3} \pi r^3 (r = raio da esfera)

Elipsóide:
\frac{4}{3} \pi abc (a, b, c = semi-eixos do elipsoide)

Pirâmide:
\frac{1}{3} A h (A = área da base, h = altura)

Cone:
\frac{1}{3} \pi r^2 h (r = raio do círculo na base, h = altura)

Prisma:
A \cdot h (A = área da base, h = altura)

Qualquer figura
\int A(h) dh
onde h é qualquer dimensão da figura, e A(h) é a área da intersecção perpendicular para h descrita pela função da posição ao longo de h.

Cálculo integral

Para o cálculo de volumes é possível utilizar-se integrais com duas variáveis. A tabela seguinte apresenta alguns exemplos


Área do triângulo: b*h sobre 2

Fonte(s) de consulta: Wikipedia

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Aprenda a calcular área para diversas formas - Como calcular área

Aula de Matemática - Explicação sobre cálculo de área para várias formas geométricas

Como calcular a área? Aqui vamos procurar explicar esses cálculos que são vitais na geometria:

No retângulo basta só multiplicar a base pela altura.

No quadrado é só multiplicar lado vezes lado (lado²).

No Triângulo basta só multiplicar a base pela altura e dividir tudo por 2.

No Triângulo eqüilátero é só multiplicar lado vezes lado (lado²) e multiplicar pela raiz quadrada de 3, por fim, divida tudo nisso por 4.

No Paralelogramo é só multiplicar a base pela altura.

No trapézio é só somar a base maior (B) com a base menor(b) e multiplicar pela altura, por fim, é só dividir tudo por 2.

No losango é só multiplicar a base (D) pela altura (d) e dividir tudo por 2.

Antes de continuarmos nossos estudos, com os desenhos, veja:

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Com a nota prova do Enem você pode entrar não só conseguir entrar para a universidade mas também obter o diploma do ensino médio. O Mec dá o diploma do ensino médio a quem conseguir média 4 na prova do Enem. você sabia disso? Qualquer pessoa pode fazer o Enem. Saiba mais sobre o assunto.

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 Continuando:

Veja a seguir uma lista completa e ilustrada com as fórmulas para medir a área várias formas, entre elas: quadrado, retângulo, paralelogramo, trapézio, triângulo, triângulo eqüilátero, Pentágono Regular, Hexágono Regular, Octogono Regular, Polígono Qualquer, Círculo, Coroa Regular, Setor Regular, Segmento Regular e Elipse.






Fonte(s) de consulta: Colégio Catanduvas, hploco

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Aprenda a calcular porcentagem - Como calcular porcentagem

Aula de Matemática- Explicação sobre porcentagem

A porcentagem é útil para para representar de uma maneira prática o "quanto" de um "todo" se está referenciando.

Mas antes de começarmos esse simples estudo sobre porcentagem, leia:

-
Com a prova do Enem você pode entrar para a universidade ou conseguir o diploma do ensino médio, você sabia disso? Qualquer pessoa pode fazer o Enem. Saiba mais sobre o assunto.

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Voltando à porcentagem:

Por exemplo, se temos 100 caixas, sendo que 40 delas estão cheias de areia, dizemos que 40% ("40 partes de 100", ou seja, 40 partes de 100 caixas, logo são 40 caixas) estão lotadas, e que as restantes estão vazias (60 caixas, ou 60% nesse caso).

O cálculo de porcentagem é bem simples. Normalmente se usa a regra de três simples e direta.

Se tivéssemos 200 caixas, e 50 delas estivessem com areia, qual seria a % de caixas vazias?

Fazendo a famosa continha de menos, descobrimos que 150 estão vazias. Aplicando a regra de três para descobrir a porcentagem:

200 -> 100%
150 -> x

200x = 15000
2x = 150
x = 75
x = 75%

Concluindo: 75% das caixas estão vazias (que representam 150 caixas)

É vital lembrar que 1% é igual á 1/100 . Pode ser que que em alguns vestibulares você encontre problemas do tipo:

(30%)2 = (30/100)2 = 0,32 = 0,09 = 9/100 = 9%

10050% = 10050/100 = 1000,5 = 10


Fonte(s) de consulta: Infoescola

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Aprenda sobre Fuso horário - O que é fuso horário e como funciona?

Aula de geografia - Explicação sobre Fuso horário

O que são fusos horários?

Os fusos horários são linhas imaginárias que dividem o Planeta em 24 faixas iguais, de forma que cada divisão tenha 15º de longitude (que correspondem ao ângulo que a Terra gira em uma hora) de uma faixa a outra, contados a partir de um meridiano inicial e corresponda à uma hora. Tais faixas foram regulamentadas em 1884, numa conferência astronômica nos EUA. Os fusos horários são definidos a partir do Tempo Universal Coordenado (TUC) em Londres, local onde o Meridiano de Greenwich divide o fuso determinando a contagem das horas, já que é o meridiano inicial.. Conforme se passa de um fuso a outro, deve-se aumentar (a leste) ou diminuir (a oeste) uma hora no relógio. Os minutos e os segundos continuam os mesmos. Quando alguém vem da Europa para o Brasil, por exemplo, as horas diminuem. Ao contrário, se for para o Leste, elas aumentam. Essa é a regra geral.

Antes de continuarmos nosso estudo, veja uma curiosidade que é do interesse de muitos alunos:
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Através da nota prova do Enem você pode entrar não só conseguir entrar para a universidade mas também obter o diploma do ensino médio. O Mec dá o diploma do ensino médio a quem conseguir média 4 na prova do Enem. você sabia disso? Qualquer pessoa pode fazer o Enem. Saiba mais sobre o assunto.

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 Prosseguindo:

Toda a região que compreende o interior de um fuso horário possui a hora idêntica, isto é, toda a limitação de território firmada entre uma faixa imaginária e outra possui o mesmo horário e isso é firmado de acordo com os limites políticos de cada país. Também pode ocorrer de países com grande extensão territorial apresentar diferentes horários, como é o caso do Brasil que tem agora três fusos horários diferentes.

Os fusos são convenções geográficas que buscam conciliar "o que estamos vendo" com o relógio, ou seja, se onde moramos costuma anoitecer às 18h, o tempo marcado pelo relógio precisa acompanhar esse ritmo. Por isso, em países com grande extensão territorial, regiões distantes umas das outras, têm horários diferentes. Mesmo não sendo obrigatório, a maior parte dos países do mundo adota o sistema. Uma exceção é a China. Maior que o Brasil, o país asiático tem um fuso apenas, uma decisão do governo local. Por outro lado, a antiga União Soviética, por exemplo, com quase todo o território hoje pertencente à Rússia, tinha 11 linhas de fuso horário.

O Meridiano de Greenwich ( GMT )

O Meridiano de Greenwich ou primeiro meridiano (0°), uma linha imaginária no centro do fuso zero, ficou definido na Conferência do Meridiano como referência ao horário oficial mundial, ou hora GMT ( Greenwich Meridian Time ). Logo o Meridiano de Greenwich é o que passa no ponto médio (no meio) do fuso , observe que soma de 7,5º a leste de Greenwich com 7,5º a oeste, corresponderá aos 15º ou um fuso, definindo o Meridano de Greenwich, como fuso zero. Observação: A partir de 1986, a hora GMT foi substituído pelo UTC - Universal Time Coordinated que é uma mensuração baseada em padrões atômicos e não na rotação da Terra.

A Linha Internacional da Data

É a linha que acompanha o meridiano de Greenwich (180º), atravessando o oceano Pacífico. Por convenção internacional, esse meridiano determina a mudança de data civil em todo o planeta. Ao ultrapassar essa linha, rigorosamente no ponto em que ela se localiza, tem-se de alterar a data para o dia anterior (a leste) ou seguinte (a oeste) à partida. Aqui, ocorre o inverso. Quando atravessamos para o oeste, mudamos para o dia seguinte. A leste, avançamos para o dia anterior. É uma mudança de dias (hoje e amanhã) e não de horas.

Como calcular a hora no mundo

Os fusos horários são contados de 0 a 180º para oeste e para leste de Greenwich. Como a Terra gira no sentido oeste-leste, a cada 15º, partindo de Greenwich para o leste, as horas aumentam e para o oeste, caem. Assim, para saber que horas são em uma determinada cidade é preciso primeiro saber em que meridiano ela está e se está a leste ou a oeste de Greenwich. Umexemplo: São Paulo está no fuso 45º oeste. Isso quer dizer que a hora local em São Paulo será 3 horas a menos que na cidade inglesa. Se em Greenwich são 14 horas, em São Paulo serão 11 horas. Isso se não estivermos em horário de verão.

Como funciona o horário de verão, o que é?

A adoção do horário de verão é uma forma de gastar menos energia elétrica e evitar sobrecarga do sistema e blecautes no início da noite, quando aumenta o consumo de eletricidade. A medida não é exclusividade do Brasil e é adotada em muitos outros países, como Estados Unidos, Japão e também na Europa.
Como na época de verão o dia é mais longo do que a noite, a idéia é de aproveitar melhor a luz natural. Por isso é que os relógios são adiantados. Assim, não só se aproveita mais a luz da manhã, como também a luz do final do dia, gastando-se menos energia elétrica.

Em regiões que estão muito perto da linha do Equador, como o Norte e grande parte da região Nordeste do Brasil, o horário de verão não costuma ser adotado porque a duração do dia e da noite é praticamente a mesma durante todo o ano. Já no Rio Grande do Sul, os dias no verão chegam a ser quatro horas mais longos que no inverno. No Brasil, o horário de verão foi utilizado várias vezes ao longo do século XX, mas desde 1985 ele tem sido adotado a cada ano.

Sobre a entrada do novo ano

Em que lugar do mundo o ano vira primeiro? Agora que já sabemos o que é a Linha Mundial da Data fica fácil responder a essa pergunta. Um lugar pouco badalado que é um dos primeiros a 'ver' o ano-novo é a cidade russa de Uelen, na fria região da Sibéria. Uelen está situada no extremo leste da Rússia, junto ao Estreito de Bering, que divide a Ásia da América do Norte. Mas são as paradisíacas ilhas do oceano Pacífico que chamam a atenção do mundo. É para lá que vão milhares de turistas de vários países até o último dia de dezembro para comemorar a chegada do ano-novo.

Países como Kiribati, Tonga e as Ilhas Chatham, que pertencem à Nova Zelândia, estão perto da da Linha Internacional da Data e separados entre si por alguns poucos minutos. Kiribati, por exemplo, é um arquipélago cortado pela Linha da Data. Enquanto a capital Bairiki estará comemorando o 1º de janeiro, as ilhas à leste – que se encontram no meridiano 180º oeste – têm que esperar quase um dia para fazer o mesmo. Igual paciência precisam ter os habitantes de Samoa Ocidental, também na Oceania.

A falta de costume a novos fusos-horarios.

O jet lag ou doença do fuso horário é muito comum quando se atravessa muitos fusos horários em pouco tempo. Esse problema acontece devido a um descompasso entre os ritmos internos do organismo e os externos. Além da queda no desempenho e na concentração, a doença pode resultar em irritabilidade, cefaléia, taquicardia e alteração dos padrões de sono e fome. Ela também é comum em pessoas que estão submetidas a turnos irregulares de trabalho.
A adaptação a um novo fuso horário pode levar de 3 a 18 dias. Evitar café e bebidas alcoólicas e ter uma boa noite de sono no dia que antecede a viagem são as principais recomendações para ajudar o organismo a acostumar-se ao novo ritmo.

Antes não eram quatro fusos horários no Brasil?

O Brasil deixou de ter quatro fusos horários.

O território brasileiro está localizado a oeste do Meridiano de Greenwich (fuso zero), abrangendo o fuso -2, fuso -3 e fuso -4 (não existe mais o fuso -5), isto quer dizer que em virtude da sua grande extensão territorial, em vez de quatro fusos. O primeiro fuso (-2 horas GMT) sobre as ilhas oceânicas e mais 2 fusos (-3 e -4 horas em relação a GMT) sobre o território Brasileiro. O horário de Brasília (horário oficial brasileiro) continua -3 horas em relação ao GMT. Portanto todo horário sob território brasileiro tem atraso em relação a hora GMT ou UTC. A imagem mostra a nova configuração dos fusos sobre o território brasileiro de acordo com a nova legislação.

Com a extinção do fuso localizado no extremo-oeste da região Amazônica, os moradores do Acre, de parte do Amazonas e de parte do Pará tiveram que ajustar seus relógios. O Acre, que estava duas horas atrás em relação ao horário de Brasília, fica agora com uma hora de diferença. O Pará ficou com o mesmo horário do DF. No Amazonas, onde parte dos municípios tinha duas horas de diferença com a capital federal e outra parte tinha uma hora, a diferença agora é de uma hora em relação a Brasília, no estado todo.

A região amazônica está muito perto da linha do Equador, então a luminosidade é maior, o que ajuda. No caso do Amazonas, por exemplo, os 2 fusos que cortavam o Estado causavam transtornos. Se alguém localizado no extremo-oeste do Estado quisesse falar com Manaus, precisaria estar atento aos horários locais, especialmente em órgãos públicos.



Fonte(s) de consulta: PasseiWeb

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Aprenda sobre Variações climáticas - Mudança do clima - Geografia

Aula Geografia - Explicação sobre mudança de clima e variações climáticas.



Zonas climáticas da Terra.

O termo Mudança do Clima, Mudanças climáticas ou Alterações Climáticas refere-se à variação do clima em escala global ou dos climas regionais da Terra ao longo do tempo. Estas variações dizem respeito a mudanças de temperatura, precipitação, nebulosidade e outros fenômenos climáticos em relação às médias históricas. Tais variações podem mudar as características climáticas de uma maneira a alterar sua classificação didática. Os tipos de classificação para as regiões climáticas são: Classificação do clima de Köppen, Classificação do clima de Thornthwaite e Classificação do clima de Martonne.

Podem estar em causa mudanças no estado médio da atmosfera em escalas de tempo que vão de décadas até milhões de anos. Estas alterações podem ser causadas por processos internos ao sistema Terra/atmosfera, por forças externas (como, por exemplo, variações na atividade solar) ou, mais recentemente, pelo resultado das atitudes humana.

Portanto, entende-se que a alteração climática pode ser tanto um efeito de processos naturais como decorrentes da ação humana e por isso deve-se ter em mente que tipo de mudança climática se está referindo.

As Mudanças do clima nas Políticas Oficiais

O termo ''Mudança do Clima ou Mudanças Climáticas'' têm sido utilizado de forma pouco apropriada, pois também é utilizado para indicar as mudanças climáticas atuais, bem como o aquecimento global originado em causas Antropogênicas.

Mudança de Clima e a CQNUMC

Nesse uso mais recente, especialmente no contexto das políticas ambientais, o termo alterações climáticas refere-se freqüentemente apenas às mudanças no clima moderno, incluindo o aumento da temperatura média global na superfície da Terra, conhecida como aquecimento global. É também muitas vezes usado com a presunção de que essas alterações são causadas pela atividade humana, como no contexto da “Convenção Quadro das Nações Unidas para a Mudança do Clima” (CQNUMC), ou “Conferência Quadro das Nações Unidas para as Alterações Climáticas” (CQNUAC), em Portugal.

No contexto da CQNUMC, as alterações climáticas são definidas como uma mudança do clima atribuída diretamente ou indiretamente à atividade humana que altera a composição da atmosfera global e que em adição a variabilidade natural do clima é observada sobre longos períodos de tempo. A CQNUMC faz uma distinção entre a "mudança climática" devido à atividade humana alterando a composição da atmosfera e a "variabilidade climática" atribuída a causas naturais.

A Mudança do Clima e o IPCC

Segundo o “Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas” (da sigla em inglês IPCC), mudança climática é uma variação a longo prazo estatisticamente significante em um parâmetro climático (como temperatura, precipitação ou ventos) médio ou na sua variabilidade, durante um período extenso (que pode durar de décadas a milhões de anos).

A mudança climática pode ser causada por processos naturais da própria Terra ou por forças externas, incluindo variações na intensidade da luz solar, ou ainda, mais recentemente, pela ação do homem.

Causas

Embora as mudanças climáticas globais possam ter origem em causas naturais são observadas na atualidade mudanças que podem ter outras causas, essas supostas causas vem sendo explicadas de formas diversas e a partir de diferentes perspectivas. Não há, no entanto, uma teoria comprovada capaz de concluir o que realmente está provocando o aquecimento global que é, sem dúvida, um fato.

Entre as causas comprovadas e as prováveis encontram-se as seguintes:

Motivos Naturais

O fenômeno da mudança do clima é um evento que pode acontecer de forma natural. Assim, esse fenômeno pode ter causas com origem externa, de fora do planeta, bem como origem terrestre.


Influência externa

Dentre as causas com origem fora do globo terrestre temos as causas com origens solares, que vão desde a variação da energia do sol que chega a terra até a variação da própria órbita terrestre.


O Ciclo solar

A temperatura terráquea depende do sol, que emite radiação em direção a terra. Esta radiação é a radiação solar, que em parte é refletida para o espaço e o restante é absorvido pela terra em forma de calor. Esta energia não chega à terra de maneira uniforme, apesar do sol ser uma estrela de classe G e ser muito estável, essa energia aumenta cerca de 10% a cada um bilhão de anos, ou seja, no início da vida na terra, quase quatro bilhões de anos atrás, a energia do sol era em torno de 70% da atual.

Outro tipo de variação da radiação solar ocorre em decorrência dos ciclos solares, que são mais importantes que a primeira, quanto à mudança do clima terrestre, visto que essa variação é uma oscilação e não somente um crescente e ocorre em períodos mais curtos.

O Ciclo Solar é a variação de intensidade do vento solar e do campo magnético solar. Estudos de Heliosismologia comprovaram a existência de "vibrações solares", cuja freqüência cresce com o aumento da atividade solar, acompanhando o ciclo solar que dura em média de 11 anos com mudança no ritmo das erupções, além da movimentação das estruturas magnéticas em direção aos pólos solares. Essas mudanças resultam em ciclos de aumento da atividade geomagnética da Terra e da oscilação da temperatura do plasma ionosférico na estratosfera de nosso planeta.


Variação orbital

Também é causa de mudança climática o fenômeno astronômicos variação orbital, ou seja, o aumento, ou diminuição, das radiações solares devido às variações no movimento da Terra em relação ao sol. Apesar da variação radiação solar pelos ciclos solares e pelo aumento gradual ao longo de bilhões de anos resultar em certa estabilidade, o mesmo não podemos dizer das variações da órbita terrestre. A variação orbital ocorre periodicamente, fazendo com que a radiação solar chegue de forma diferente em cada hemisfério terrestre de tempos em tempos. Esta variação provoca as variações glaciares que são períodos de longos verões e longos invernos. Os Fatores que causam essa variação são três: a precessão dos equinócios, a excentricidade orbital e a Inclinação do eixo terrestre.


Impactos de meteoritos

Impactos de meteoritos são eventos raros, mas também podem modificar o clima na terra. Impactos de grandes proporções podem modificar profundamente a biosfera.

Concepção artística do impacto de um asteróide com a Terra.

O último evento calculado deste tipo foi denominado Extinção K-T e ocorreu há mais ou menos sessenta e cinco milhões de anos atrás. Eventos assim podem desencadear uma série de tragédias ecológicas. Com o impacto, detritos podem ser arremessados até o espaço e entrarem na órbita da Terra, onde ficariam por algum tempo e só depois cairiam. Ocorreriam incêndios em escala mundial e a liberação de grandes quantidades de gás carbônico (CO2) na atmosfera causando o efeito estufa. Com o calor, as moléculas de nitrogênio e oxigênio se quebrariam e se combinariam com o hidrogênio formando o ácido nítrico (HNO3). Sucederiam-se então longos períodos de chuva ácida, prejudicando ainda mais a vida terrestre. Paralela e consecutivamente, o aumento da acidez e da temperatura dos oceanos afetaria gravemente os ecossistemas marinhos.


Influência Interna

As causas com origem interna são as mais variadas, dentre elas temos.

Deriva dos continentes

Mudanças ou deriva dos continentes aproximando ou afastando-se dos pólos. A movimentação das placas tectônicas (geofísica 2cm ano), sobre a astenosfera, ocorre algo em torno de centímetros por ano, o que poderia provocar um distúrbio na atmosfera. Os movimentos orogenéticos de formação de montanhas também poderiam estar prejudicando a circulação dos ventos.


El Niño e La Niña


Os fenômenos “El Niño” e “La Niña” são mudanças na temperatura da água de partes do Oceano Pacífico. A mudança da temperatura das águas influencia a intensidade dos Ventos Alísios que pode fazer com que massas de água quente, e massas de ar também, se desloquem no Pacífico de forma diferente dos registros das médias históricas.

As Variações de intensidade dos Ventos Alísios influenciam a pressão atmosférica no oceano, afetando vários fenômenos climáticos em todo o mundo.


Esfriamento global e glaciações


O esfriamento global, é uma teoria de que ocorrerá um resfriamento total da superfície terrestre iniciando uma nova era glacial, ou seja, uma nova glaciação

Os cientistas defensores desta teoria prevêem que, entre os anos de 2012 a 2015, a temperatura global da Terra começaria uma lenta redução, que alcançaria os níveis mínimos entre 2055 e 2060. Esse período de esfriamento duraria pelo menos 50 anos e que, até o século XXII, a Terra começaria novamente outra fase de aquecimento global.

As glaciações provocaram grandes mudanças no relevo continental e no nível do mar. Quando a temperatura global diminui ocorre, como conseqüência, o aumento das geleiras ou seja, as baixas temperaturas provocam o resfriamento da água nos pólos aumentando a quantidade de gelo nas calotas polares.

Outra conseqüência é o rebaixamento eustático do nível dos oceanos devido à retenção de água nos pólos. O Oceano se afasta da linha da costa, das praias, por exemplo, expondo grandes extensões de terraa e ligando ilhas e continentes entre si, formando as chamadas pontes terrestres.

Entre os períodos glaciais há os períodos interglaciais em que a temperatura da Terra se eleva. O período em que vivemos é um período interglacial.


Vulcanismo


A atmosfera carregada de pó vulcânico prenderia a radiação terrestre, aumentando a temperatura na superfície da Terra. Entretanto, objetiva-se que o tamanho das partículas não é suficientemente pequeno para barrar a radiação e tais poeiras teriam que se manter por muitos anos em suspensão, o que altamente improvável.

Motivos Antropogênicos

Emissão de gases do efeito estufa

A maioria dos cientistas atribui aos gases do efeito estufa como o gás carbônico, que em excesso, aumentaria a temperatura, retendo mais calor. Porém, podemos notar que noutros lugares, o que retém calor é o vapor de água. Outros dizem o contrário sobre o gás carbônico, que o seu aumento na atmosfera reduziria a incidência solar e, conseqüentemente, abaixaria a temperatura.

Alguns fatores antropogénicos que adicionam a um aumento no dióxido de carbono incluem o desmatamento, a queimada dos combustíveis fósseis e o cultivo do gado.



Fonte(s) de consulta: Wikipedia

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População Brasileira - Demografia

A demografia brasileira em geral: Crescimento populacional, natalidade, e mais:

No último século a população brasileira multiplicou por 10: em 1900 residiam no Brasil cerca de 17 milhões de pessoas, no ano 2000 quase 170 milhões. Desde o 1º recenseamento (1872) ocorreram várias mudanças no padrão da evolução demográfica do país.

Até o início da década de 1930 o aumento da população do Brasil contou com forte contribuição da imigração. A partir de 1934, com a adoção da "Lei de Cotas" que estabelecia limites à entrada de imigrantes, o aumento da população dependeu, especialmente, do crescimento vegetativo (cv), isto é, a diferença entre as taxas de natalidade e a de mortalidade expressa em porcento (por cem) ou %0 ( por mil) habitantes.

No entanto, foi depois da segunda guerra mundial(1939-45) que o crescimento tornou-se acelerado, devido à diminuição das taxas de mortalidade. Esse fato é explicado por fatores como a expansão da rede de esgoto, acesso à água encanada, campanhas de vacinação em massa, acesso a medicamentos básicos, etc. Entre 1940 a 1960 foi registrada a maior evolução das taxas de crescimento populacional, batendo em 1960 a taxa de 2,9% a.a. (ao ano - ou 29%0 a.a.). Este período marcou a primeira fase de transição demográfica brasileira.


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A partir da década de 1960, começou a ocorrer uma desaceleração demográfica contínua: a queda das taxas de natalidade passou a ser maior que a das taxas de mortalidade, registrando em 2000 um crescimento demográfico de 1,6% a.a., com tendência à queda. Essa mudança no padrão do crescimento populacional brasileiro mostra uma situação típica da segunda fase de transição demográfica.


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Mudanças das taxas de fecundidade

A razão fundamental da queda das taxas de crescimento populacional no Brasil foi a diminuição da taxa de fecundidade (média de número de filhos por mulher em idade de procriar, entre 15 a 49 anos), que caiu de 6,3 filhos, em 1960, para 2,0 filhos, em 2006, o que significa dizer que as famílias brasileiras estão diminuindo.

Apesar do crescimento cada vez mais lento, a população brasileira deverá chegar a 183 milhões de habitantes no final de 2009. O número de brasileiros mais que dobrou em 35 anos, uma vez que em 1970 havia 90 milhões de pessoas no país. Apenas nos últimos cinco anos - 2000 e 2005 - cerca 15 milhões de habitantes foram acrescentados ao país.

Urbanização queda das taxas de crescimento

O intenso processo de urbanização, verificado no Brasil principalmente a partir da década de 1960, foi o principal motivo responsavel pela redução das taxas de fecundidade e a conseqüente queda das taxas de crescimento demográfico. É na cidade que as informações e o acesso aos métodos de contra-concepção são maiores e foi justamente a partir deste período que a pílula anticoncepcional passou a ser difundida na sociedade brasileira.

As mulheres engrossaram o mercado de trabalho urbano e as famílias passaram a dispor de menos tempo para se dedicar aos filhos. Além disso, na cidade os gastos com a criação e formação da criança são maiores que no meio rural, constituindo um fator inibidor para a formação de famílias numerosas.

No caso das mulheres mais pobres, diante da dificuldade de terem acesso a métodos de contra-concepção, a esterilização foi a principal opção adotada. Registraram-se no Brasil casos em que a esterilização das mulheres em hospitais públicos foi realizada inclusive sem o consentimento da paciente, logo após o trabalho de parto.

As alternativas de contra-concepção mais utilizadas pelas mulheres brasileiras são, respectivamente: a ligadura de trompas (esterilização), a pílula e a camisinha. Nos países desenvolvidos a ligadura de trompas é o método menos utilizado, sendo mais comum a vasectomia, que é o processo de esterilização masculina, que pode ser reversível.

Crescimento populacional e estrutura etária

A distribuição da população por faixas de idade em um país é conseqüência das taxas de crescimento populacional, da expectativa de vida e das migrações.
A população é geralmente agrupada em três faixas etárias:

  • jovens (0-14 anos);
  • adultos (15-64 anos); e
  • idosos (acima de 65 anos).

    Nos países desenvolvidos, a estrutura etária é caracterizada pela presença marcante da população adulta e de uma porcentagem expressiva de idosos, conseqüência do baixo crescimento vegetativo e da elevada expectativa de vida. Essa situação tem levado a reformas sociais, particularmente, no sistema previdenciário em diversos países do mundo, já que o envelhecimento da população obriga o Estado a destinar boa parte de seus recursos econômicos para a aposentadoria.

    Nos países subdesenvolvidos os jovens superam os adultos e os idosos, conseqüência do alto crescimento vegetativo e da baixa expectativa de vida. Essa situação coloca os países subdesenvolvidos numa situação de desvantagem, particularmente os pobres que possuem famílias mais numerosas: sustentar um número maior de filhos limita as possibilidades do Estado e da família em oferecer uma formação de boa qualidade, coloca a criança no mercado de trabalho e reproduz o círculo vicioso da pobreza e da miséria ao dificultar a possibilidade de ascensão social futura.

    No caso do Brasil, e de outros países classificados como "emergentes", a proporção de jovens tem diminuído a cada ano, ao passo que o índice da população idosa vem aumentando. Essa é uma das razões das mudanças recentes no sistema de previdência social, com estabelecimento de idade mínima para a aposentadoria e teto máximo para pagamento ao aposentado.

    Pirâmides etárias

    A pirâmides etárias são representações gráficas (histograma) da população classificada por sexo e idade. No eixo vertical (y) estão indicadas as diversas faixas etárias, enquanto que no eixo horizontal (x) está indicada a quantidade de população: as barras da esquerda representam a população masculina e as barras da direita representam a população feminina. Observe duas pirâmides etárias correspondentes a dois países que apresentam um perfil sócio-econômico bastante diferente.


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    A forma da pirâmide está associada ao nível de desenvolvimento do país. As pirâmides com forma irregular, topo largo e base estreita, correspondem aos países com predomínio de população adulta e população envelhecida, caso dos países desenvolvidos que atingiram ou estão próximos de atingir a fase de estabilização demográfica. As pirâmides de base larga e forma triangular representam países com população predominante jovem e baixa expectativa de vida, caso dos países subdesenvolvidos, em fase de crescimento acelerado, ainda na primeira fase da transição demográfica.

    No Brasil, a pirâmide etária tem se modificado a cada década. Sua forma revela uma situação intermediária entre as duas primeiras pirâmides apresentadas, de acordo com as alterações recentes ocorridas do padrão demográfico brasileiro. Observe estas mudanças através da sobreposição das pirâmides de 1980 a 2000.


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    Fontes: Uol Educação(Claudio Mendonça), IBGE

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