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domingo, 27 de setembro de 2009

Aprenda sobre Meio Ambiente: Apostila para Biologia/Geografia/Ciências

Estude sobre meio ambiente com essa excelente apostila que fala da crise ambiental à sustentabilidade.

Uma apostila sobre meio ambiente, que pode ser usado como base para trabalho sobre meio ambiente, resumos, como fonte de estudos para concursos, Enem, vestibular, e muito mais.

Apostila Meio Ambiente
O assunto ''Meio Ambiente'' é muito cobrado em concursos e vestibulares, especialmente no ENEM, portanto, é muito bom ficar por dentro dos diversos aspectos do assunto. Uma leitura imperdível para esses candidatos.

A apostila foi feita pelo MEC, e está disponível no link logo abaixo.

Aprender é viver! Boa leitura

ACESSE A APOSTILA SOBRE MEIO AMBIENTE

Fonte(s) de consulta: Portal do MEC

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sábado, 26 de setembro de 2009

Fontes alternativas de energia: Aprenda sobre cada uma delas

Lista com detalhes sobre as fontes alternativas de Energia.

Veja sobre diversas Fontes Alternativas de Energia. Explicações que podem ser usadas como base para trabalhos sobre fontes alternativas de energia, como fonte de estudos para concursos ou vestibular, e muito mais.



Entre nos links para ver mais:

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Aprenda sobre Energia Fotovoltaica Aula de Geografia/Química/Física

Aula de Geografia - Química - Física: Explicação sobre Energia Fotovoltaica

Um resumo sobre Energia Fotovoltaica, que pode ser usado como base para trabalho sobre Energia Fotovoltaica e Fontes Alternativas de Energia , e para estudos para concursos ou vestibular, e muito mais.
Aprender é viver!

Energia Fotovoltaica

Figura - Painel solar fotovoltaico
que utiliza energia da luz solar para
sustentar telefone celular público
em local isolado na Austrália.
A energia fotovoltaica é fornecida de painéis que contém células fotovoltaicas ou solares que sob a incidência do sol geram energia elétrica. A energia gerada pelos painéis é armazenada em bancos de bateria, para que seja usada em período de baixa radiação e pela noite (ver figura).

A conversão direta de energia solar em energia elétrica é realizada nas células solares por meio do efeito fotovoltaico, que consiste na geração de uma diferença de potencial elétrico através da radiação. O efeito fotovoltaico se dá quando fótons (energia que o sol carrega) incidem sobre átomos (no caso átomos de silício), provocando a emissão de elétrons, gerando corrente elétrica. Este processo não depende da quantidade de calor, pelo contrário, o rendimento da célula solar cai quando sua temperatura aumenta.

A utilização de painéis fotovoltaicos para conversão de energia solar em elétrica é viável para pequenas instalações, em regiões remotas ou de difícil acesso. É bastante utilizada para a alimentação de dispositivos eletrônicos existentes em foguetes, satélites astronaves, etc.

O sistema de co-geração fotovoltaica também é uma solução; uma fonte de energia fotovoltaica é conectada em paralelo com uma fonte local de eletricidade. Este sistema de co-geração voltaica está sendo implantado na Holanda em um complexo residencial de 5000 casas, sendo de 1 MW a capacidade de geração de energia fotovoltaica. Os EUA, Alemanha e Japão têm indicativos em promover a utilização de energia fotovoltaica em centros urbanos. Na Cidade Universitária - USP - São Paulo, há um prédio que utiliza este tipo de fonte de energia elétrica.

No nosso país já é usado, em uma escala considerável, o coletor solar que utiliza a energia solar para aquecer a água e não para produzir energia elétrica.


Fonte(s) de consulta: CDCC - USP

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Aprenda sobre Energia das Marés Aula de Geografia/Química/Física.

Aula de Geografia - Química - Física: Explicação sobre Energia das marés

Um resumo sobre Energia das marés, que pode ser usado como base para trabalho sobre Energia das marés e Fontes Alternativas de Energia , e para estudos para concursos ou vestibular, e muito mais.
Aprender é viver!

Energia das Marés

A energia das marés é obtida de modo parecido ao da energia hidrelétrica.
Constrói-se uma barragem, formando-se um reservatório junto ao mar. Quando a maré fica alta, a água enche o reservatório, passando através da turbina e produzindo energia elétrica, e na maré baixa o reservatório fica vazio e a água que sai do reservatório, passa de novo através da turbina, em sentido contrário, produzindo energia elétrica (Imagem). Este tipo de fonte é também usado no Japão e Inglaterra.

No Brasil temos uma grande amplitude de marés, por exemplo, em São Luís, na Baia de São Marcos (6,8m), entretando a topografia do litoral inviabiliza economicamente a construção de reservatórios.


Imagem - Caixa de concreto por onde, no sobe
e desce das marés, passa a água do mar cuja
energia é aproveitada na geração de eletricidade.

Fonte(s) de consulta: CDCC - USP

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Aprenda sobre Energia Geotérmica: Aula de Geografia/Química/Física

Aula de Geografia - Química - Física: Explicação sobre Energia Geotérmica

Um resumo sobre Energia Geotérmica, que pode ser usado como base para trabalho sobre Energia Geotérmica e Fontes Alternativas de Energia , e para estudos para concursos ou vestibular, e muito mais.
Aprender é viver!



Energia Geotérmica

Energia geotérmica é a energia criado por rochas derretidas no subsolo (magma) que aquecem a água no subsolo.
Na Islândia, que é um país localizado no extremo Norte, próximo do Círculo Polar Ártico, com vulcanismo intenso, onde a água quente e o vapor afloram à superfície (gêiseres- imagem) ou se encontram em pequena profundidade, tem uma grande quantidade de energia geotérmica aproveitável e a energia elétrica é gerada a partir desta.


Imagem -Geiseres
As usinas elétricas aproveitam esta energia para gerar água quente e vapor. O vapor aciona as turbinas que geram quase 3 000 000 joules de energia elétrica por segundo e a água quente percorre tubulações até chegar às casas.

Nos EUA há usinas deste tipo na Califórnia e em Nevada. Em El Salvador, 30% da energia elétrica consumida provém da energia geotérmica.


Fonte(s) de consulta: CDCC - USP

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Aprenda sobre Energia Nuclear: Aula de Geografia/Química/Física

Aula de Geografia - Química - Física: Explicação sobre Energia Nuclear

Um resumo sobre Energia Nuclear, que pode ser usado como base para trabalho sobre Energia Nuclear e Fontes Alternativas de Energia , e para estudos para concursos ou vestibular, e muito mais.
Aprender é viver!

Energia Nuclear

Este tipo de energia é conseguido a partir da fissão do núcleo do átomo de urânio enriquecido, liberando uma enorme quantidade de energia.

Urânio enriquecido - o que é isto? Sabemos que o átomo é constituído de um núcleo onde estão situados 2 tipos de partículas: os prótons que contam com cargas positivas e os nêutrons que não possuem carga.

Em volta do núcleo, há uma região denominada eletrosfera, onde se encontram os elétrons que têm cargas negativas. Átomos do mesmo elemento químico, que possuem o mesmo número de prótons e diferentes número de nêutrons são chamados isótopos. O urânio possui dois isótopos: 235U e 238U. O 235U é o único capaz de sofrer fissão. Na natureza só é possível encontrar 0,7 % deste tipo de isótropo. Para ser usado como combustível em uma usina, é preciso enriquecer o urânio natural. Um dos métodos é “filtrar” o urânio através de membranas muito finas. O 235U é mais leve e atravessa a membrana primeiro do que o 238U. Esta operação tem que ser repetida várias vezes e é um processo muito caro e complexo. Poucos países possuem esta tecnologia para escala industrial.

Imagem- Diagrama do reator de uma
Usina Nuclear
O urânio é inserido em cilindros metálicos no núcleo do reator que é constituído de um material moderador (geralmente grafite) para diminuir a velocidade dos nêutrons emitidos pelo urânio em desintegração, permitindo as reações em cadeia. O resfriamento do reator do núcleo é realizado através de líquido ou gás que circula através de tubos, pelo seu interior. Este calor retirado é transferido para uma segunda tubulação onde circula água. Por aquecimento esta água vira vapor (a temperatura chega a 320oC) que vai movimentar as pás das turbinas que movimentarão o gerador, produzindo eletricidade (Imagem).

Em seguida este vapor é liquefeito e reconduzido para a tubulação, onde é novamente aquecido e vaporizado.

No Brasil, está funcionado a Usina Nuclear Angra 2 sendo que a produção de energia elétrica é em pequena quantidade que não dá para abastecer toda a cidade do Rio de Janeiro.
No âmbito governamental está em discussão a construção da Usina Nuclear Angra 3 por causa do déficit de energia no país.

Os EUA lideram a produção de energia nuclear e nos países França, Suécia, Finlândia e Bélgica 50 % da energia elétrica consumida, vem de usinas nucleares.


Fonte(s) de consulta: CDCC - USP

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Energia HÍdrica: Aula de Geografia/Química/Física

Aula de Geografia - Química - Física: Explicação sobre Energia Hídrica

Um resumo sobre Energia Hídrica, que pode ser usado como base para trabalho sobre Energia Hídrica e Fontes Alternativas de Energia , e para estudos para Concursos , Enem, Vestibular, e muito mais.
Aprender é viver!

Energia Hídrica

Nas usinas hidrelétricas, a energia elétrica tem como fonte principal a energia que vem da queda de água represada a uma determinada altura. A energia potencial que a água tem na parte alta da represa é transformada em energia cinética, que faz com que as pás da turbina girem, acionando o eixo do gerador, criando energia elétrica.

A energia elétrica é usada no Brasil em grande escala, devido aos grandes mananciais de água existentes.

Estão sendo discutidas fontes alternativas para a produção de energia elétrica, já que a falta de chuvas está causando um grande déficit na oferta de energia elétrica.
A maior usina hidrelétrica do Brasil é a de Itaipu (Foz de Iguaçu) que tem a enorme capacidade de 12600 MW (Ver Imagem).

Imagem - Usina hidrelétrica de Itaipu, na fronteira Brasileira com o Paraguai

Fonte(s) de consulta: CDCC - USP

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Aprenda sobre Energia Térmica: Aula de Geografia/Quimica/Fisica.

Aula de Geografia - Química - Física: Explicação sobre Energia Térmica

Um resumo sobre Energia Térmica, que pode ser usado como base para trabalho sobre Energia Térmica e Fontes Alternativas de Energia , e para estudos para concursos ou vestibular, e muito mais.
Aprender é viver!

Energia Térmica

Nas usinas termoelétricas a energia elétrica é conseguida através da queima de combustíveis, como carvão, óleo, derivados do petróleo e, atualmente, também a cana de açúcar (biomassa).

A produção de energia elétrica é realizada por meio da da queima do combustível que aquece a água, transformando-a em vapor. Este vapor é conduzido a alta pressão por uma tubulação e faz girar as pás da turbina, cujo eixo está acoplado ao gerador. Depois o vapor é resfriado retornando ao estado líquido e a água é reaproveitada, para ser vaporizada de novo.

Diversos cuidados precisam ser tomados como por exemplo: os gases provenientes da queima do combustível devem ser filtrados, evitando a poluição da atmosfera local; a água aquecida precisa ser resfriada ao ser devolvida para os rios já que várias espécies aquáticas não resistem a altas temperaturas.

No Brasil este é o 2º tipo de fonte de energia elétrica que está sendo utilizado, e agora, com a crise que estamos presenciando, é a que mais tende a se expandir.


Fonte(s) de consulta: CDCC - USP

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Aprenda sobre Energia Eólica Aula de Geografia/Química/Física

Aula de Geografia - Química - Física: Explicação sobre Energia Eólica

Um resumo sobre Energia Eólica, que pode ser usado como base para trabalho sobre Energia Eólica e Fontes Alternativas de Energia , e para estudos para concursos ou vestibular, e muito mais.
Aprender é viver!

Energia Eólica

Os moinhos de ventos são velhos conhecidos nossos, e utilizam a energia dos ventos, isto é, eólica, não para produzir eletricidade, mas para realizar trabalho, como bombear água e moer grãos. Na Pérsia, no século V, já eram utilizados moinhos de vento para bombear água destinadas á irrigação.

A energia eólica é produzida pela transformação da energia cinética dos ventos em energia elétrica. Essa conversão de energia é realizada por meio de um aerogerador que consiste num gerador elétrico acoplado a um eixo que gira através da incidência do vento nas pás da turbina.

A turbina eólica horizontal (a vertical já não é mais usada), é formada essencialmente por um conjunto de duas ou três pás, com perfis aerodinâmicos eficientes, impulsionadas por forças predominantemente de sustentação, ativando geradores que operam a velocidade variável, para garantir uma alta eficiência de conversão (ver imagem).

A instalação de turbinas eólicas tem interesse em locais em que a velocidade média anual dos ventos fique acima de 3,6 m/s.

Existem no momento, mais de 20 000 turbinas eólicas de grande porte em operação no mundo (especialmente nos EUA). Na Europa, espera-se gerar 10 % da energia elétrica a partir da eólica, antes do ano de 2030.

Imagem - Campo com equipamentos
modernos para aproveitamento da energia dos ventos (Energia eólica).

O Brasil produz e exporta equipamentos para usinas eólicas, mas elas ainda não são muito usadas. Aqui se destacam as Usinas do Camelinho (1MW, em MG), de Mucuripe (1,2MW) e da Prainha (10MW) no Ceará, e a de Fernando de Noronha em Pernambuco.

Fonte(s) de consulta: CDCC - USP

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Aula de Geografia / Química - Explicação sobre Fontes alternativas de Energia.

Um resumo sobre Fontes alternativas de Energia, que pode ser usado como base para trabalho sobre Fontes alternativa de Energia , como fonte de estudos para concursos ou vestibular, e muito mais.
Aprender é viver!





Energia Geotérmica

Energia geotérmica é a energia criado por rochas derretidas no subsolo (magma) que aquecem a água no subsolo.
Na Islândia, que é um país localizado no extremo Norte, próximo do Círculo Polar Ártico, com vulcanismo intenso, onde a água quente e o vapor afloram à superfície (gêiseres- fig. E) ou se encontram em pequena profundidade, tem uma grande quantidade de energia geotérmica aproveitável e a energia elétrica é gerada a partir desta.


Figura E -Geiseres
As usinas elétricas aproveitam esta energia para gerar água quente e vapor. O vapor aciona as turbinas que geram quase 3 000 000 joules de energia elétrica por segundo e a água quente percorre tubulações até chegar às casas.

Nos EUA há usinas deste tipo na Califórnia e em Nevada. Em El Salvador, 30% da energia elétrica consumida provém da energia geotérmica.

Energia Fotovoltaica

Figura 6 - Painel solar fotovoltaico
que utiliza energia da luz solar para
sustentar telefone celular público
em local isolado na Austrália.
A energia fotovoltaica é fornecida de painéis que contém células fotovoltaicas ou solares que sob a incidência do sol geram energia elétrica. A energia gerada pelos painéis é armazenada em bancos de bateria, para que seja usada em período de baixa radiação e pela noite (fig. 6).

A conversão direta de energia solar em energia elétrica é realizada nas células solares por meio do efeito fotovoltaico, que consiste na geração de uma diferença de potencial elétrico através da radiação. O efeito fotovoltaico se dá quando fótons (energia que o sol carrega) incidem sobre átomos (no caso átomos de silício), provocando a emissão de elétrons, gerando corrente elétrica. Este processo não depende da quantidade de calor, pelo contrário, o rendimento da célula solar cai quando sua temperatura aumenta.

A utilização de painéis fotovoltaicos para conversão de energia solar em elétrica é viável para pequenas instalações, em regiões remotas ou de difícil acesso. É bastante utilizada para a alimentação de dispositivos eletrônicos existentes em foguetes, satélites astronaves, etc.

O sistema de co-geração fotovoltaica também é uma solução; uma fonte de energia fotovoltaica é conectada em paralelo com uma fonte local de eletricidade. Este sistema de co-geração voltaica está sendo implantado na Holanda em um complexo residencial de 5000 casas, sendo de 1 MW a capacidade de geração de energia fotovoltaica. Os EUA, Alemanha e Japão têm indicativos em promover a utilização de energia fotovoltaica em centros urbanos. Na Cidade Universitária - USP - São Paulo, há um prédio que utiliza este tipo de fonte de energia elétrica.

No nosso país já é usado, em uma escala considerável, o coletor solar que utiliza a energia solar para aquecer a água e não para produzir energia elétrica.



Fonte(s) de consulta: CDCC - USP

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quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Geografia - Aprenda sobre poluição

Aula de Geografia - Explicação sobre a Poluição

Um resumo sobre poluição, que pode ser usado como base para trabalho sobre poluição, como fonte de estudos para concursos ou vestibular, e muito mais.
Aprender é viver!


Aula sobre poluiçãoA palavra “poluição” se refere à degradação do ambiente por fatores prejudiciais à saúde deste. Ela pode ser causada pela liberação de matéria, e também de energia (luz, calor, som): os chamados poluentes. Poluição sonora, térmica, atmosférica, por elementos radioativos, por substâncias não-biodegradáveis, por derramamento de petróleo e por eutrofização, são alguns exemplos.

Problemas neuropsíquicos e surdez; alterações drásticas nas taxas de natalidade e mortalidade de populações, gerando impactos na cadeia trófica ;destruição da camada de ozônio; chuvas ácidas e destruição de monumentos e acidificação do solo e da água; inversão térmica; mutações genéticas; morte de rios e lagos; efeito estufa; morte por asfixia; necrose de tecidos; propagação de doenças infecciosas, dentre outras, são apenas algumas das consequências da poluição.

O divisor de aguas para esse problema foi a Revolução Industrial, que trouxe a urbanização e a industrialização. Com a consolidação do capitalismo, propiciado por este momento histórico, o incentivo à produção e acúmulo de riquezas, junto à necessidade aparente de se adquirir produtos novos a todo o momento, fez com que a ideia de progresso surgisse ligada à exploração e destruição de recursos naturais.

Como se este fato não fosse suficiente, a grande produção de lixo gerado por esta forma de consumo ligada ao desperdício e descarte, faz com que tenhamos consequências sérias. A fome e a má qualidade de vida de alguns, em detrimento da riqueza de outros, mostra que nosso planeta de fato não está bem. Em um mundo onde a maior parte de lixo produzido é de origem orgânica, muitas pessoas têm, como fonte única de alimento, aquele oriundo de lixões a céu aberto.

Dessa forma, para garantir um futuro digno ao nosso planeta e, consequentemente, às gerações de populações vindouras, deve-se repensar nossa forma de relação com o mundo. O simples fato de, por exemplo, evitar sacolas e materiais descartáveis feitos de plástico, poderia ter impedido a formação da camada flutuante de 1000 km, com 10 metros de profundidade que compromete a vida de organismos que têm o seu Habitat no oceano pacífico.


Fonte(s) de consulta: Brasil Escola

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Geografia - Petróleo no Brasil

Aula de Geografia- Explicação sobre O petróleo no Brasil

O petróleo no BrasilO ciclo do petróleo no Brasil teve seu início dado no final do século XIX, quando aconteceram as primeiras buscas por este minério no subsolo brasileiro. O 1º vestígio de petróleo foi encontrado no município de Bofete, Estado de São Paulo, porém, a extração do recurso encontrado era inviável. A 1ª jazida de petróleo, de fato viável economicamente, foi descoberta apenas em 1939, no município de Lobato, mediações do Recôncavo Baiano, da qual foi retirado petróleo de ótima qualidade e proprio para a comercialização.

No governo de Getúlio Vargas, no ano de 1953, foi criada a que seria uma das mais promissoras estatais de todo o mundo, a Petrobras (Petróleo Brasileiro S.A). A empresa possui 51% das ações pertencentes ao governo e o restante é de capital misto.

O petróleo possui uma relevância enorme para nossa vida, em razão de ser usado como combustível, além de ser agregado na fabricação de uma infinidade de produtos. Até pouco tempo, o país não tinha produção suficiente de petróleo para o abastecimento interno, desse modo, era dependente do recurso importado, principalmente dos países do Oriente Médio, mas a partir de 2007 o país alcançou a auto-suficiência. Atualmente, a produção é de mais ou menos 2,3 milhões de barris ao dia, que supera o consumo, que é de 2,2 barris diários.

No continente, a maioria masisiva das jazidas brasileiras de petróleo se estabelece em locais que apresentam rochas sedimentares. No oceano, o petróleo é achado nas plataformas continentais.

Para conseguir os subprodutos do petróleo é preciso que o mesmo passe por diversas etapas de beneficiamento. Depois de ter sido extraído do subsolo é transportado até as refinarias, que fazem a transformação do minério bruto em combustíveis, matéria-prima e subprodutos.

Os combustíveis (gasolina e diesel) abastecem os postos, que vendem os mesmos para serem usados em automóveis. Geralmente, as empresas que trabalham no refino do petróleo se instalam em áreas próximas às indústrias, com a finalidade de abastecer estas de matéria-prima.


Fonte(s) de consulta: Brasil Escola

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quinta-feira, 14 de maio de 2009

Aula de Português - Novas regras de acentuação nas oxítonas paroxítonas e proparoxítonas

Aula de PORTUGUÊS - Novo acordo ortográfico: novas regras de acentuação para oxítonas, paroxítonas e proparoxítonas

Da acentuação gráfica das palavras oxítonas

1º-) Acentuam-se com acento agudo:

As palavras oxítonas que terminam nas vogais tónicas/tônicas abertas grafas -a, -e ou -o, seguidas ou não de -s: está, estás, já, olá; até, é, és, olé, pontapé(s); avó(s), dominó(s), paletó(s), só(s).

Obs.: Em algumas (pouquíssimas) palavras oxítonas terminadas em -e tónico/tônico, geralmente provenientes do francês, esta vogal, por ser articulada nas pronúncias cultas ora como aberta ora como fechada, admite tanto o acento agudo como o acento circunflexo: bebé ou bebê, bidé ou bidê, canapé ou canapê, caraté ou caratê, croché ou crochê, guiché ou guichê, matiné ou matinê, nené ou nenê, ponjé ou ponjê, puré ou purê, rapé ou rapê.

O mesmo se verifica com formas como cocó e cocô, ró (letra do alfabeto grego) e rô. São igualmente admitidas formas como judô, a par de judo, e metrô, a par de metro.

b) As formas verbais oxítonas, quando, conjugadas com os pronomes clíticos lo(s) ou la(s), ficam a terminar na vogal tónica/tônica aberta grafada -a, após a assimilação e perda das consoantes finais grafadas -r, -s ou -z: adorá-lo(s) (de adorar-lo(s)), á-la(s) (de ar-la(s) ou dá(s)-la(s)), fá-lo(s) (de faz-lo(s)), fá-lo(s)-ás (de far-lo(s)-ás), habitá-la(s) iam (de habitar-la(s)- iam), trá-la(s)-á (de trar-la(s)-á);

c) As palavras oxítonas com mais de uma sílaba terminadas no ditongo nasal grafado em (exceto as formas da 3ª- pessoa do plural do presente do indicativo dos compostos de ter e vir: retêm, sustêm; advêm, provêm; etc.) ou -ens: acém, detém, deténs, entretém, entreténs, harém, haréns, porém, provém, provéns, também;

d) As palavras oxítonas com os ditongos abertos grafados -éi, -éu ou -ói, podendo estes dois últimos ser seguidos ou não de -s: anéis, batéis, fiéis, papéis; céu(s), chapéu(s), ilhéu(s), véu(s); corrói (de corroer), herói(s), remói (de remoer), sóis.

2º-) Acentuam-se com acento circunflexo:

a) As palavras oxítonas terminadas nas vogais tónicas/tônicas fechadas que se grafam -e ou -o, seguidas ou não de -s: cortês, dê, dês (de dar), lê, lês (de ler), português, você(s); avô(s), pôs (de pôr), robô(s);

b) As formas verbais oxítonas, quando, conjugadas com os pronomes clíticos -lo(s) ou la(s), ficam a terminar nas vogais tónicas/tônicas fechadas que se grafam -e ou -o, após a assimilação e perda das consoantes finais grafadas -r, -s ou -z: detê-lo(s) (de deter-lo(s)), fazê-la(s) (de fazer-la(s)), fê-lo(s) (de fez-lo(s)), vê-la(s) (de ver-la(s)), compô la(s) (de compor-la(s)), repô-la(s) (de repor-la(s)), pô-la(s) (de por-la(s) ou pôs-la(s)).

3º-) Prescinde-se de acento gráfico para distinguir palavras oxítonas homógrafas, mas heterofónicas/heterofônicas, do tipo de cor (ô), substantivo, e cor (ó), elemento da locução de cor; colher (ê), verbo, e colher (é), substantivo. Excetua-se a forma verbal pôr, para a distinguir da preposição por.

Da acentuação gráfica das palavras paroxítonas

1º-) As palavras paroxítonas não são em geral acentuadas graficamente: enjoo, grave, homem, mesa, Tejo, vejo, velho, voo; avanço, floresta; abençoo, angolano, brasileiro; descobrimento, graficamente, moçambicano.

2º-) Recebem, no entanto, acento agudo:

a) As palavras paroxítonas que apresentam, na sílaba tónica/tônica, as vogais abertas grafadas a, e, o e ainda i ou u e que terminam em -l, -n, -r, -x e -ps, assim como, menos em raras exceções, as respectivas formas do plural, algumas das quais passam a proparoxítonas: amável (pl. amáveis), Aníbal, dócil (pl. dóceis) dúctil (pl. dúcteis), fóssil (pl. fósseis) réptil (pl. répteis: var. reptil, pl. reptis); cármen (pl. cármenes ou carmens; var. carme, pl. carmes); dólmen (pl. dólmenes ou dolmens), éden (pl. édenes ou edens), líquen (pl. líquenes), lúmen (pl. lúmenes ou lumens); açúcar (pl. açúcares), almíscar (pl. almíscares), cadáver (pl. cadáveres), caráter ou carácter (mas pl. carateres ou caracteres), ímpar (pl. ímpares); Ajax, córtex (pl. córtex; var. córtice, pl. córtices), índex (pl. índex; var. índice, pl. índices), tórax (pl. tórax ou tóraxes; var. torace, pl. toraces); bíceps (pl. bíceps; var. bicípite, pl. bicípites), fórceps (pl. fórceps; var. fórcipe, pl. fórcipes).

Obs.: Muito poucas palavras deste tipo, com as vogais tónicas/tônicas grafadas e e o em fim de sílaba, seguidas das consoantes nasais grafadas m e n, apresentam oscilação de timbre nas pronúncias cultas da língua e, por conseguinte, também de acento gráfico (agudo ou circunflexo): sémen e sêmen, xénon e xênon; fémur e fêmur, vómer e vômer; Fénix e Fênix, ónix e ônix.

b) As palavras paroxítonas que apresentam, na sílaba tónica/tônica, as vogais abertas grafadas a, e, o e ainda i ou u e que terminam em -ã(s), -ão(s), -ei(s), -i(s), -um, -uns ou -us: órfã (pl. órfãs), acórdão (pl. acórdãos), órfão (pl. órfãos), órgão (pl. órgãos), sótão (pl. sótãos); hóquei, jóquei (pl. jóqueis), amáveis (pl. de amável), fáceis (pl. de fácil), fósseis (pl. de fóssil), amáreis (de amar), amáveis (id.), cantaríeis (de cantar), fizéreis (de fazer), fizésseis (id.); beribéri (pl. beribéris), bílis (sg. e pl.), iris (sg. e pl.), júri (pl. júris), oásis (sg. e pl.); álbum (pl. álbuns), fórum (pl. fóruns); húmus (sg. e pl.), vírus (sg. e pl.).

Obs.: Muito poucas paroxítonas deste tipo, com as vogais tónicas/ tônicas grafadas e e o em fim de sílaba, seguidas das consoantes nasais grafadas m e n, apresentam oscilação de timbre nas pronúncias cultas da língua, o qual é assinalado com acento agudo, se aberto, ou circunflexo, se fechado: pónei e pônei; gónis e gônis, pénis e pênis, ténis e tênis; bónus e bônus, ónus e ônus, tónus e tônus, Vénus e Vênus.

3º) Não se acentuam graficamente os ditongos representados por ei e oi da sílaba tónica/tônica das palavras paroxítonas, dado que existe oscilação em muitos casos entre o fechamento e a abertura na sua articulação: assembleia, boleia, ideia, tal como aldeia, baleia, cadeia, cheia, meia; coreico, epopeico, onomatopeico, proteico; alcaloide, apoio (do verbo apoiar), tal como apoio (subst.), Azoia, boia, boina, comboio (subst.), tal como comboio, comboias etc. (do verbo comboiar), dezoito, estroina, heroico, introito, jiboia, moina, paranoico, zoina.

4º-) É facultativo assinalar com acento agudo as formas verbais de pretérito perfeito do indicativo, do tipo amámos, louvámos, para as distinguir das correspondentes formas do presente do indicativo (amamos, louvamos), já que o timbre da vogal tónica/tônica é aberto naquele caso em certas variantes do português.

5º-) Recebem acento circunflexo:

a) As palavras paroxítonas que contêm, na sílaba tónica/tônica, as vogais fechadas com a grafia a, e, o e que terminam em -l, -n, -r ou -x, assim como as respectivas formas do plural, algumas das quais se tornam proparoxítonas: cônsul (pl. cônsules), pênsil (pl. pênseis), têxtil (pl. têxteis); cânon, var. cânone, (pl. cânones), plâncton (pl. plânctons); Almodôvar, aljôfar (pl. aljôfares), âmbar (pl. âmbares), Câncer, Tânger; bômbax (sg. e pl.), bômbix, var. bômbice, (pl. bômbices).

b) As palavras paroxítonas que possuem, na sílaba tónica/tônica, as vogais fechadas com a grafia a, e, o e que terminam em -ão(s), -eis, -i(s) ou -us: benção(s), côvão(s), Estêvão, zángão(s); devêreis (de dever), escrevêsseis (de escrever), fôreis (de ser e ir), fôsseis (id.), pênseis (pl. de pênsil), têxteis (pl. de têxtil); dândi(s), Mênfis; ânus.

c) As formas verbais têm e vêm, 3 a-s pessoas do plural do presente do indicativo de ter e vir, que são foneticamente paroxítonas (respectivamente / t ã j ã j /, / v ã j ã j / ou / t j /, / v j / ou ainda / t j j /, / v j j /; cf. as antigas grafias preteridas, têem, vêem), a fim de se distinguirem de tem e vem, 3a -s pessoas do singular do presente do indicativo ou 2 a-s pessoas do singular do imperativo; e também as correspondentes formas compostas, tais como: abstêm (cf. abstém), advêm (cf. advém), contêm (cf. contém), convêm (cf. convém), desconvêm (cf. desconvém), detêm (cf. detém), entretêm (cf. entretém), intervêm (cf. inter- vém), mantêm (cf. mantém), obtêm (cf. obtém), provêm (cf. provém), sobrevêm (cf. sobrevém).

Obs.: Também neste caso são preteridas as antigas grafias detêem, intervêem, mantêem, provêem etc.

6º-) Assinalam-se com acento circunflexo:

a) Obrigatoriamente, pôde (3ª- pessoa do singular do pretérito perfeito do indicativo), que se distingue da correspondente forma do presente do indicativo (pode).

b) Facultativamente, dêmos (1ª- pessoa do plural do presente do conjuntivo), para se distinguir da correspondente forma do pretérito perfeito do indicativo (demos); fôrma (substantivo), distinta de forma (substantivo: 3ª- pessoa do singular do presente do indicativo ou 2ª- pessoa do singular do imperativo do verbo formar).

7º-) Prescinde-se de acento circunflexo nas formas verbais paroxítonas que contêm um e tónico/tônico oral fechado em hiato com a terminação -em da 3ª- pessoa do plural do presente do indicativo ou do conjuntivo, conforme os casos: creem, deem (conj.), descreem, desdeem (conj.), leem, preveem, redeem (conj.), releem, reveem, tresleem, veem.

8º-) Prescinde-se igualmente do acento circunflexo para assinalar a vogal tónica/tônica fechada com a grafia o em palavras paroxítonas como enjoo, substantivo e flexão de enjoar, povoo, flexão de povoar, voo, substantivo e flexão de voar etc.

9º-) Prescinde-se, do acento agudo e do circunflexo para distinguir palavras paroxítonas que, tendo respectivamente vogal tónica/tônica aberta ou fechada, são homógrafas de palavras proclíticas. Assim, deixam de se diferenciar pelo acento gráfico: para (á), flexão de parar, e para, preposição; pela(s) (é), substantivo e flexão de pelar, e pela(s), combinação de per e la(s); pelo (é), flexão de pelar, pelo(s) (ê), substantivo ou combinação de per e lo(s); polo(s) (ó), substantivo, e polo(s), combinação antiga e popular de por e lo(s); etc.

10º-) Prescinde-se igualmente de acento gráfico para distinguir paroxítonas homógrafas heterofónicas/heterofônicas do tipo de acerto (ê), substantivo e acerto (é), flexão de acertar; acordo (ô), substantivo, e acordo (ó), flexão de acordar; cerca (ê), substantivo, advérbio e elemento da locução prepositiva cerca de, e cerca (é), flexão de cercar; coro (ô), substantivo, e coro (ó), flexão de corar; deste (ê), contracção da preposição de com o demonstrativo este, e deste (é), flexão de dar; fora (ô), flexão de ser e ir, e fora (ó), advérbio, interjeição e substantivo; piloto (ô), substantivo e piloto (ó), flexão de pilotar; etc.

Da acentuação das palavras proparoxítonas

1º-) Levam acento agudo:

a) As palavras proparoxítonas que apresentam na sílaba tónica/tônica as vogais abertas grafadas a, e, o e ainda i, u ou ditongo oral começado por vogal aberta: árabe, cáustico, Cleópatra, esquálido, exército, hidráulico, líquido, míope, músico, plástico, prosélito, público, rústico, tétrico, último;

b) As chamadas proparoxítonas aparentes, isto é, que apresentam na sílaba tónica/tônica as vogais abertas grafadas a, e, o e ainda i, u ou ditongo oral começado por vogal aberta, e que terminam por sequências vocálicas pós-tónicas/pós-tônicas praticamente consideradas ditongos crescentes (-ea, -eo, -ia, -ie, -io, -oa, -ua, -uo etc.): álea, náusea; etéreo, níveo; enciclopédia, glória; barbárie, série; lírio, prélio; mágoa, nódoa; exígua, língua; exíguo, vácuo.

2º-) Levam acento circunflexo:

a) As palavras proparoxítonas que apresentam na sílaba tónica/tônica vogal fechada ou ditongo com a vogal básica fechada: anacreôntico, brêtema, cânfora, cômputo, devêramos (de dever), dinâmico, êmbolo, excêntrico, fôssemos (de ser e ir), Grândola, hermenêutica, lâmpada, lôstrego, lôbrego, nêspera, plêiade, sôfrego, sonâmbulo, trôpego;

b) As chamadas proparoxítonas aparentes, isto é, que apresentam vogais fechadas na sílaba tónica/tônica, e terminam por sequências vocálicas pós-tónicas/pós-tônicas praticamente consideradas como ditongos crescentes: amêndoa, argênteo, côdea, Islândia, Mântua, serôdio.

3º-) Recebem acento agudo ou acento circunflexo as palavras proparoxítonas, reais ou aparentes, cujas vogais tónicas/tônicas grafadas e ou o estão em final de sílaba e são seguidas das consoantes nasais grafadas m ou n, conforme o seu timbre é, respectivamente, aberto ou fechado nas pronúncias cultas da língua: académico/acadêmico, anatómico/ anatômico, cénico/cênico, cómodo/cômodo, fenómeno/fenômeno, género/gênero, topónimo/topônimo; Amazónia/Amazônia, Antó- nio/Antônio, blasfémia/blasfêmia, fémea/fêmea, gémeo/gêmeo, génio/ gênio, ténue/tênue.



Fonte(s) de consulta: Escrevendo pela nova ortografia

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quarta-feira, 13 de maio de 2009

Literatura - Biografia e resumo sobre Mário de Andrade

Aula de Literatura: Modernismo - Resumo biográfico e principais obras de Mário de Andrade

Mário de Andrade

Mário Raul de Morais Andrade (1893-1945) foi um dos organizadores do Modernismo e da Semana de Arte Moderna de 1922. Começou escrevendo críticas de arte e poesia (ainda parnasiana) com o pseudônimo de Mário Sobral. Rompeu com o Parnasianismo e o passado com Paulicéia Desvairada e a Semana, da qual participou ativamente. Mário de Andrade era um escritor completo: além de poesia, também escreveu romances (Amar, Verbo Intransitivo e Macunaíma), contos (Primeiro Andar, Belazarte e Contos Novos) e ensaios (A escrava que não é Isaura, Música do Brasil, O movimento modernista e O empalhador de passarinhos). Lutou sempre por uma literatura brasileira e com temas brasileiros. Por ironia do destino, Mário era anti-romântico e este também era o objetivo do romântico José de Alencar. Mário de Andrade era um homem tímido e, segundo Rachel de Queiroz, um homossexual reprimido. Num PS, esta figura é de Mário mais velho, mas ele nunca teve muito cabelo.

"O rosto se apoiou nos cabelos dele. Os lábios quase que, é natural, sim: tocaram na orelha dele. Tocaram por acaso, quase de posição. Os seios pousaram sobre um ombro largo, musculoso, agora impassível escutando. Chuvarada de ouro sobre a abandonada barca de Dânae… Carlos… eta arroubo interior, medo? vergonha? aterrorizado! indizível doçura… Carlos que nem pedra." Amar, Verbo Intransitivo

"… de amor!… Ela abriu os olhos da vida pra aquele. Ininteligente. Sarambé. Batido, sem mesmo vivacidade interior. Decididamente Luís lhe desagradava, e Fräulein não sentiu nenhuma vontade de continuar. Porém como se ele apenas esperasse um gesto dela para recomeçar o aprendizado, Fräulein molemente buscou entre as mãos dele a fita de serpentina. O gesto preparado aproximou os corpos. Ondulação macia de auto é pretexto que amante não deve perder. Descansando mais pesadamente o ombro no peito dele, Fräuilein se deixou amparar. Ensinava assim o mais doce, mais suaves dos gestos dos proteção." Amar, Verbo Intransitivo

"Ai! que preguiça!…" Macunaíma

"Pouca saúde e muita saúva os males do Brasil são." Macunaíma


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Literatura - Biografia e resumo sobre Guimarães Rosa

Aula de Literatura: Modernismo - Resumo biográfico e principais obras de Guimarães Rosa

Guimarães Rosa

João Guimarães Rosa (1908-1967) foi um dos maiores prosistas do século XX. De um estilo único e particular de linguagem e narrativa, Guimarães Rosa sempre usou a realidade como fonte de inspiração sem descrevê-la documentalmente. Mineiro, o médico e diplomata Guimarães Rosa ganhou prêmios como poeta e contista já no início da carreira, na década de 30. Como servia na Alemanha em 1942, foi preso durante a guerra diplomática. A partir do fim do Estado Novo Guimarães Rosa vai ganhando força e qualidade como escritor. Em 1956 publica sua obra-prima, Grande Sertão: Veredas. Dois anos depois tornou-se ministro e em 1963 foi eleito para a ABL. Foi adiando sua posse durante quatro anos e acabou por falecer três dias após empossado. Guimarães Rosa começou a partir do Regionalismo mineiro, mas sua obra partiu para o universal, experimental e fantástico (nos dois sentidos), com grande profundidade psicológica. Guimarães Rosa pode ser considerado um dos melhores, se não melhor prosista da chamada geração de 45, tendo sido ótimo não apenas em seus romances, como também em seus contos.


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Literatura - Biografia e resumo sobre Oswald de Andrade

Aula de Literatura: Modernismo - Resumo biográfico e principais obras de
Oswald de Andrade

Oswald de Andrade

José Oswald de Andrade (1890-1853) foi poeta, romancista, ensaísta e teatrólogo. Figura de muito destaque no Modernismo Brasileiro, ele trouxe de sua viagem a Europa o Futurismo. Formado em Direito, Oswald era um playboy extravagante: usa luvas xadrez e tinha um Cadillac verde apenas porque este tinha cinzeiro, para citar apenas algumas de suas muitas extravagâncias. Amigo de Mário de Andrade, era seu oposto: milionário, extrovertido, mulherengo (casou-se 5 vezes, as mais célebres sendo as duas primeiras esposas: Tarsila do Amaral e Patrícia "Pagu" Galvão). Foi um dos principais artistas da Semana de Arte Moderna e lançou o Movimento Pau-Brasil e a Antropofagia, corrente que pretendia devorar a cultura européia e brasileira da época e criar uma verdadeira cultura brasileira. Fazendeiro de café, perdeu tudo e foi à falência em 1929 com o crash da Bolsa de Valores. Militante esquerdista, passou a divulgar o Comunismo junto com Pagu em 1931, mas desligou-se do Partido em 1945. Sua obra é lembrada pela irreverência, pelo coloquialismo, pelo nacionalismo e pela crítica. Morreu sofrendo dificuldades de saúde e financeiras, mas sem perder o contato com os artistas da época. entre seus romance encontram-se Memórias Sentimentais de João Miramar, Os Condenados e Serafim Ponte Grande.

"Napoleão era um grande guerreiro que Maria da Glória conheceu e Pernambuco disse que o dia mais feliz da vida dele foi o dia em que fiz minha primeira comunhão." Memórias Sentimentais de João Miramar

"Eu pudera quem sabe prever o armistício com músicas jazzbandando pelas ruas aliadas e o esmigalhamento alemão por Foch e Poincaré, mas nunca auscultara minha precoce viuvez e a chegada de Antuérpia num cargoboat, do meu cunhado José Elesbão da Cunha com barbas. " Memórias Sentimentais de João Miramar


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Literatura - Biografia e resumo sobre Murilo Mendes

Aula de Literatura: Modernismo - Resumo biográfico e principais obras de
Murilo Mendes

Murilo Mendes

Murilo Monteiro Mendes (1901-1975) foi um dos mais importantes poetas da Segunda fase do Modernismo. Fez sua obra em diversos períodos com diversas características, chegando até mesmo a produzir poesias alinhadas aos processos de vanguarda dos anos 70. Murilo Mendes nasceu e estudou em juiz de Fora (MG) até a faculdade de Farmácia. Mudou-se então para Niterói. No Rio e em Niterói iniciou sua carreira, contribuindo para revistas enquanto funcionário público. Suas primeiras obras são tipicamente modernistas no começo, mas quando converteu-se ao catolicismo sua obra mudou. Nessa fase já tinha influências cubistas. Por toda a vida seu estilo mudou muito, passando da irreverência inicial ao rigor e a suas características vanguardistas.



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Literatura - Biografia e resumo sobre José Lins do Rego

éAula de Literatura: Modernismo - Resumo biográfico e principais obras de José Lins do Rego

José Lins do Rego

José Lins do rego (1901-1957) foi um dos mais importantes escritores regionalistas do Brasil. Seus romances, com altos tons autobiográficos, tratam muitas vezes do ciclo da cana-de-açúcar e dos explorados por essa. José Lins do Rego era paraibano e nasceu ele mesmo num engenho. Estudou Direito no Recife e formou-se em 1923. Dois anos depois tornou-se promotor em MG e no ano seguinte mudou-se para Maceió, onde começou a escrever seus primeiros livros. Em 35 mudou-se para o RJ, onde começou a escrever para jornais e revistas. Não trabalhou em outra cidade desta data até sua morte. As obras de José Lins do Rego são altamente pessoais e ele é considerado o iniciador do novo realismo ou neo-realismo (escola literária moderna que se propõe a retratar o real mais objetivamente). Sua linguagem é mais descontraída e seus livros são populares não só com o público mas com a crítica. Sua primeira obra foi Menino do Engenho (sua obra-prima). Além de vários ensaios subseqüentes, escreveu também ensaios, livros de viagens, um livro infantil e também de memórias.


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Literatura - Biografia e resumo sobre Vinícius de Moraes

Aula de Literatura: Modernismo - Resumo biográfico e principais obras de Vinícius de Moraes

Vinícius de Moraes

Marcus Vinícius da Cruz de Mello Moraes (1913-1980), cronista, diplomata, teatrólogo e roteirista carioca, se destacou na poesia e na música. Apesar de um começo de preocupações mais místicas, mas depois foi expressando sua inquietação com mistério e um fino humor, valorizando a naturalidade do amor humano e a beleza das relações amorosas. Alguns de seus versos também tinham certo cunho político, o que geralmente lhe deixava em maus lençóis frente a seus colegas de diplomacia. Apesar de grande poeta, é na música que Vinícius de Moraes realmente se destaca e é imortalizado. Pertence à 2ª fase do Modernismo.


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Literatura - Biografia e resumo sobre Cassiano Ricardo

Aula de Literatura: Modernismo - Resumo biográfico e principais obras de Cassiano Ricardo

Cassiano Ricardo

O paulista Cassiano Ricardo Leite (1895-1974) foi um dos líderes do Movimento Verde e Amarelo do começo do Modernismo brasileiro. Ensaísta, jornalista e crítico, sobressaiu-se como poeta. Apesar do início parnasiano, chegou a ter influência concretista. Foi membro da Academia Brasileira de Letras.



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Literatura - Biografia e resumo sobre Ronald de Carvalho

Aula de Literatura: Modernismo - Resumo biográfico e principais obras de Ronald de Carvalho

Ronald de Carvalho

Ronald de Carvalho (1883-1935) foi um dos participantes da Semana de Arte Moderna de 1922. Ensaísta e crítico, sobressaiu-se como poeta e declamador. Quando durante a Semana declamou a famosa poesia Os Sapos, de Manuel Bandeira, recebeu uma das maiores vaias de toda a apresentação. Em sua poesia abusava do verso livre, em contraposição a formalidade dos parnasianos.


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Literatura - Biografia e resumo sobre Antônio de Alcantra Machado

Aula de Literatura: Modernismo - Resumo biográfico e principais obras de
Antônio de Alcântra Machado

Antônio de Alcântra Machado

Antônio Castilho de Alcântara Machado d'Oliveira (1901-1935) foi um importante escritor modernista da 1ª fase, apesar de não ter participado da Semana de Arte Moderna de 1922. Apesar de não ser tão radical como os outros modernistas contemporâneos seus, usava uma linguagem em seus contos que chegava muito próximo ao falado. Seus personagens de Brás, Bexiga e Barra Funda falavam uma mistura muito peculiar de italiano e português. Machado nunca chegou a completar seu romance Mana Maria, que foi publicado 1 ano depois de sua prematura morte. Pouco antes do fim da vida rompeu relações com Oswald de Andrade por motivos ideológicos, tempo simultâneo em que sua amizade com Mário de Andrade se estreitava.

"O primeiro serviço profissional de Bruno foi requerer ao exmo. snr. dr. Ministro da Justiça e Negócios Interiores do Brasil a naturalização de Tranquillo Zampinetti, cidadão italiano residente em São Paulo." Brás, Bexiga e Barra Funda



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Literatura - Biografia e resumo sobre Clarice Lispector

Aula de Literatura: Modernismo - Resumo biográfico e principais obras de

Clarice Lispector

Clarice Lispector

Clarice Lispector (1925-1977), contista, cronista e romancista de destaque na literatura brasileira, não é brasileira nata: nasceu na atual Ucrânia e veio para o Brasil ainda criança. Com 12 anos transfere-se do Recife onde morava até então para o Rio de Janeiro para cursar o secundário. Mas já escrevia antes disso: aos sete anos mandava contos ao semanário infantil. Sempre recusados. Ainda estudante escreve seu 1° romance (Perto do Coração Selvagem). Lispector tem um prosa introspectiva e intimista, que explora os caráter do ser humano e os conflitos interiores, com um estilo dramático e por vezes inteligentemente irônico. Além de vários romances como A hora da Estrela e A Paixão segundo G.H., Clarice redigiu também contos.

"Enquanto eu tiver perguntas e não houver respostas continuarei a escrever. Como começar pelo início, se as coisas acontecem antes de acontecer? Se antes da pré-pré-história já havia os monstros apocalípticos? Se esta história não existe, passará a existir. Pensar é um ato. Sentir é um fato. Os dois juntos - sou eu que escrevo o que estou escrevendo. Deus é o mundo. A verdade é sempre um contato interior e inexplicável. A minha vida mais verdadeira é irreconhecível, extremamente interior e não tem uma só palavra que a signifique. Meu coração se esvaziou de todo desejo e reduz-se ao próprio último ou primeiro pulsar. A dor de dentes que perpassa esta história deu uma fisgada funda em plena boca nossa. Então eu canto alto agudo uma melodia sincopada e estridente - é a minha própria dor, eu carrego o mundo e há falta de felicidade. Felicidade? Nunca vi palavra mias doida, inventada pelas nordestinas que andam aí aos montes." A Hora da Estrela

"Acho com alegria que ainda não chegou a hora de estrela de cinema de Macabéa morrer. Pelo menos ainda não consigo adivinhar se lhe acontece o homem louro e estrangeiro. Rezem por ela e que todos interrompam o que estão fazendo para soprar-lhe vida, pois Macabéa está por enquanto solta ao acaso como a porta balançando ao vento no infinito, Eu poderia resolver pelo caminho mais fácil, matar a menina-infante, mas quero o pior: a vida. Os que me lerem, assim, levem um soco no estômago para ver se é bom. A vida é um soco no estômago." A Hora da Estrela


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Literatura - Biografia e resumo sobre Raul Bopp

Aula de Literatura: Modernismo - Resumo biográfico e principais obras de Raul Bopp

Raul Bopp

Raul Bopp (1898-1984), gaúcho de Tupaceretã, foi poeta, ensaísta, diplomata e jornalista. Participou da Semana de Arte Moderna e foi muito influenciado por todos os Andrade. Sua obra apresenta nacionalismo e construções gramaticais mais audaciosas, com linguagem tipicamente popular.


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Literatura - Biografia e resumo sobre Cecilia Meireles

Aula de Literatura: Modernismo - Resumo biográfico e principais obras de Cecília Meireles

Cecília Meireles

Cecília Meireles (1901-1964) nasceu e morreu no RJ. Criada pela avó (os pais morreram quando ela era apenas um bebê), sempre foi uma aluna brilhante. Cecília iniciou parnasiana, fez duas obras mais simbolistas e depois ligou-se ao Modernismo, mas nunca realmente pertenceu totalmente a uma escola. Escreveu uma obra extremamente intimista e foi reconhecida largamente: foi a primeira mulher a ganhar um prêmio da ABL, ensinou na UERJ e na universidade do Texas. Além de poetisa, Cecília também foi teatróloga e tradutora.


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Literatura - Biografia e resumo sobre Jorge de Lima

Aula de Literatura: Modernismo - Resumo biográfico e principais obras de Jorge de Lima

Jorge de Lima

Jorge Mateus de Lima (1895-1953) foi, além de médico, político, pedagogo, professor, ensaísta, crítico, romancista, pintor e escultor um grande poeta modernista. Nascido no interior do estado de Alagoas, Jorge de Lima foi um poeta precoce. Sua primeira poesia publicada foi aos 13 anos; a fama chegou 3 anos mais tarde. Cursou Medicina em Salvador e no Rio de Janeiro, mas exerceu-a em Maceió, onde foi eleito deputado estadual. Introduziu métodos de sanitarização em Alagoas como diretor da saúde pública e em 1930 mudou-se para o Rio de Janeiro por causa da situação política, onde foi vereador e professor e acabou por morrer. Jorge de Lima aderiu ao Modernismo apenas em 1925, mas pertence à chamada geração de 30. Publicou vários livros de poesia e prosa; inclusive um de fotomontagens.



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Literatura - Biografia e resumo sobre João Cabral de Melo Neto

Aula de Literatura: Modernismo - Resumo biográfico e principais obras de João Cabral de Melo Neto

João Cabral de Melo Neto

Diplomata, este pernambucano nascido em 1920 recusa o sentimentalismo e é por alguns considerado um "poeta-engenheiro", pois construiu suas poesias de grande apelo visual. Em 1945 entrou para o Itamarati (Ministério das Relações Exteriores do Brasil) e viajou o mundo como diplomata. Em 1968 entrou na Academia Brasileira de Letras. Apesar de ter começado surrealista em seu primeiro livro, o segundo apresentava influência construtivista. Mais tarde publicou Morte e Vida Severina, que assim como outros poemas, mostra a realidade do NE brasileiro. João Cabral de Melo Neto foi considerado o maior poeta da autodenominada "Geração de 45", apesar de ter participado pouco tempo dela.

"E somos Severinos
iguais em tudo na vida,
morremos de morte igual,
mesma morte severina" Morte e Vida Severina

" Lá ficaria toda a vida
com a geometria e a aritmética.
Sua vida poderia ser
muito mais útil do que era.
O imperador dos brasileiros
os escritores muito preza.
Tardou o indulto mas chegou.
É mais seguro vir por terra.

(Aqui, descarga de espingardas.)" Auto do Frade


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Literatura - Biografia e resumo sobre Manuel Bandeira

Aula de Literatura: Modernismo - Resumo biográfico e principais obras de Manuel Bandeira

Manuel Bandeira

Manuel Carneiro de Sousa Bandeira Filho (1886-1968) é uma das figuras mais importantes da poesia brasileira e um dos iniciadores do Modernismo. Apesar de ser um poeta fabuloso, também foi ensaísta, cronista e tradutor. O próprio autor define sua poesia como a do "gosto humilde da tristeza". Grandes músicos de seu tempo como Heitor Villa-Lobos musicaram poemas seus. No final da história, Bandeira transcendeu o Modernismo. Já novo gostava da leitura, mas teve que abandonar a faculdade por ter contraído tuberculose. Passou doente toda vida, apesar das várias estadas em clínicas brasileiras e até na Suíça. Se ligou aos modernistas em 1921 e participou da Semana. Em 1940 tornou-se membro da ABL. Apesar de um começo parnasiano, Bandeira já produzia inovações em 1919. No livro deste ano estava contido poema Os Sapos, uma irreverente crítica aos parnasianos que foi usada como lema dos modernistas da primeira fase após ser lida por Ronald de Carvalho. As várias poesias subseqüentes tem metrificação nula e seus livros são ortodoxamente modernistas. Sua poesia mais famosa é, sem nenhuma dúvida, ''Vou me embora para Pasárgada''.


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Literatura - Biografia e resumo sobre Rachel de Queiroz

Aula de Literatura: Modernismo - Resumo biográfico e principais obras de Rachel de Queiroz

Rachel de Queiroz

Rachel de Queiroz nasceu em 1910 e foi a primeira mulher eleita para a ABL (em 1977). Poetisa, cronista e teatróloga, sobressaiu-se como romancista e regionalista. Rachel de Queiroz tem em sua ficção a preocupação de mostrar tanto os problemas sócio-políticos do NE do Brasil como também fazer análises psicológicas. Sucesso de crítica e público, entre suas obras mais famosas encontram-se ''O Quinze'', ''Caminhos de Pedra'', ''Três Marias'' e ''Memorial de Maria Moura.''


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Literatura - Resumo sobre Dyonélio Machado

Aula de Literatura: Modernismo - Resumo biográfico e principais obras de Dyonélio Machado

Dyonélio Machado

Dyonélio Machado (1895-1986) nasceu em Quaraí, Rio Grande do Sul, e se formou em Medicina em 1929 em Porto Alegre, sendo psiquiatra. Exerceu também o papel de jornalista, chegando a dirigir o jornal Correio do Povo, e deputado pelo PCB, mas foi destituído do cargo com a implantação do Estado Novo. Machado adquiriu notoriedade ao vencer junto com, entre outros, seu amigo Érico Veríssimo, o concurso da ABL em 1935. Machado era, aliás, amigo de muitos dos modernistas e se correspondia com eles, estando alinhado com a Geração de 1930. Dyonélio foi o iniciador da prosa urbana gaúcha com o livro Um Pobre Homem. Sua obra de mais repercussão foi Os Ratos, mas também é importante O Louco do Cati entre sua obra.

"Os bem vizinhos de Naziazeno Barbosa assistem ao 'pega' com leiteiro, Por detrás das cercas. Mudos, com a mulher e um que outro filho espantado já de pé àquela hora, ouvem. Todos aqueles quintais conhecidos têm o mesmo silêncio. Noutras ocasiões, quando era apenas a 'briga' com a mulher, esta, como um último desaforo de vítima, dizia-lhe: 'Olha que os vizinhos estão ouvindo'. Depois, à hora da saída, eram aquelas caras curiosaas às janelas, com os olhos fitos nele enquanto ele cumprimentava." Os Ratos

"Ele vê os ratos em cima da mesa, tirando de cada lado do dinheiro - da presa! - roendo-o, arrastando-o para longe dali, para a toca, às migalhas!..." Os Ratos

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Literatura - Resumo sobre Graciliano Ramos

Aula de Literatura: Modernismo - Resumo biográfico e principais obras de Graciliano Ramos

Graciliano Ramos

Graciliano Ramos (1892-1953) é considerado um dos mestres do Regionalismo. Suas obras passam-se no NE do Brasil e falam diretamente do povo nordestino, da seca, da realidade enfim, com uma linguagem direta e típica da região. Apesar de também Ter sido contista e cronista, é como romancista que se destaca. Graciliano Ramos nasceu no interior do estado do Alagoas, mas sua família se mudou várias vezes, peregrinando pelo interior do Nordeste. Mais tarde mudou-se para o RJ e depois de volta a Palmeira dos Índios (AL), cidade onde realizou seus estudos. Lá casou, estabeleceu-se no comércio e chegou a ser prefeito da cidade. Foi nessa época que foi descoberto como o romancista que foi: escrevera também o relatório que um editor desconfiara tratar-se de um romancista de gaveta. Estava certo: Graciliano Ramos estava escrevendo havia anos seu primeiro romance, Caetés, com o qual estrearia em sua carreira literária aos 41 anos (relativamente tarde). Na mesma época de publicação do livro ele completou São Bernardo, primeira obra da trilogia que é sua obra-prima e inclui Angústia e Vidas Secas. Em 1936 foi acusado de comunista e mandado para a prisão, onde foi humilhado e destratado (o fruto disso seria o livro de memórias chamado Memórias do Cárcere). Em 1945 ele realmente se filiou ao PC e chegou a visitar países além da Cortina de Ferro. Várias das obras de Graciliano Ramos já foram para os cinemas através de consagrados diretores brasileiros.

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Literatura - Resumo sobre Jorge Amado

Aula de Literatura: Modernismo - Resumo biográfico e principais obras de Jorge Amado

Jorge Amado

Jorge Amado nasceu em uma fazenda de cacau em Itabuna, Bahia, em 1912. Cursou o primário em Ilhéus (com uma professora particular que se tornou personagem de Gabriela Cravo e Canela) e fez o secundário em um internato. Nessa época começou a ler autores ingleses e portugueses. Fugiu para a casa do avô no Sergipe e em 1927 matriculou-se num externato, onde ligou-se a Academia dos Rebeldes, grupo de jovens escritores contrários ao Modernismo. Apesar disso, Jorge Amado é considerado modernista da segunda geração. Trabalhou em jornais e editoras, tendo fugido do Brasil por perseguições políticas em 1935 e, após eleito deputado federal em 1945, teve seu mandato cassado em 1948 quando o PCB foi posto na ilegalidade. Deixou o país e viajou pelo mundo, recebendo um prêmio na união Soviética em 1951. Em 1961 foi eleito para a Academia Brasileira de Letras. Sua obra, que já foi adaptada para várias mídias e traduzida para vários idiomas, é regionalista (trata sempre do NE, especialmente a Bahia) e é dividida em três fases: uma com maiores preocupações sociais, no começo da carreira, outra sobre o ciclo do cacau e outra ainda com maior lirismo. Na 1ª parte incluem-se Capitães de Areia e Mar Morto; na segunda Cacaus, Terras do Sem-Fim e São Jorge de Ilhéus; na 3ª, iniciada com Gabriela Cravo e Canela (que apesar de se passar na zona do cacau não é sobre o ciclo do cacau em si), incluem-se Dona Flor e seus Dois Maridos, Teresa Batista Cansada de Guerra e Tieta do Agreste.

"Naquele ano de 1925, quando floresceu o idílio da mulata Gabriela e do árabe Nacib, a estação das chuvas tanto se prolongara além do normal e necessário que os fazendeiros, como um bando assustado de medrosos, cruzavam-se nas ruas a perguntar uns aos outros, o medo nos olhos e na voz" Gabriela Cravo e Canela

"E aqui termina a história de Nacib e Gabriela quando renasce a chama do amor de uma brasa dormida nas cinzas do peito." Gabriela Cravo e Canela

" Lá estava Vadinho, no chão de paralelepípedos, a boca sorrindo, todo branco e loiro, todo cheio de paz e de inocência. Dona Flor ficou um instante parada, a contemplá-lo como se demorasse a reconhecer o marido ou talvez, mais provavelmente, a aceitar o fato, agora indiscutível, de sua morte. Mas foi só um instante. Com um berro arrancado do fundo das entranhas, atirou-se sobre Vadinho, agarrou-se ao corpo imóvel, a beijar-lhe os cabelos, o rosto pintado de carmim, os olhos abertos, o atrevido bigode, a boca morta, para sempre morta." Dona Flor e seus Dois Maridos

"Eu sou o marido da pobre dona Flor, aquele que vai acordar a tua ânsia e morder o teu desejo, escondido no fundo do teu ser, de teu recato. Ele é o marido da senhora dona Flor, cuida da tua virtude, de tua honra, de teu respeito humano. Ele é tua face matinal, eu sou a tua noite, o amante para o qual não tens nem jeito nem coragem. Somos teus dois maridos, tuas duas faces, teu sim, teu não. Para ser feliz, precisa de nós dois. Quando era eu só, tinhas meu amor e te faltava tudo, como sofrias! Quando foi só ele, tinhas de um tudo, nada te faltavas, sofria ainda mais. Agora, sim, é dona Flor inteira como deves ser." Dona Flor e seus Dois Maridos


Fonte(s) de consulta: Coladaweb

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Literatura - Resumo sobre Erico Veríssimo

Aula de Literatura: Modernismo - Resumo biográfico e principais obras de Erico Veríssimo

Erico Veríssimo

Filho de Sebastião Verissimo da Fonseca e Abegahy Lopes Verissimo, família abastada que ficou arruinada, não chegou a completar os estudos secundários por causa da necessidade de trabalhar.
Estabeleceu-se com uma farmácia em Cruz Alta mas não foi bem sucedido. Mudou-se então para Porto Alegre em 1930 disposto a viver de seus escritos e na capital gaúcha passou a conviver com escritores já renomados, como Mário Quintana, Augusto Meyer, Guilhermino César e outros. No ano seguinte foi contratado para ocupar o cargo de secretário de redação da Revista do Globo, da qual se tornaria editor a partir de 1933. Assumiu, também, todo o projeto editorial da Editora Globo, e a projetou nacionalmente.
Publicou a sua primeira obra, Fantoches, em 1932, uma seqüência de contos, em sua maioria na forma de pequenas peças de teatro. No ano seguinte obteve o seu primeiro sucesso, com o romance "Clarissa".
Casou-se em 1931 com Mafalda Volpe e teve dois filhos, Luis Fernando Verissimo, também escritor, e Clarissa.
Em 1936, mesmo ano do nascimento de Luis Fernando, Érico Verissimo publicou Olhai os Lírios do Campo, sua primeira obra de repercussão nacional e internacional. Muitas décadas mais tarde, em 2006, essa obra influenciou fortemente a novela Páginas da Vida, de Manoel Carlos. A novela tirou do livro algumas personagens.
Em 1943 mudou-se com a família para os Estados Unidos, onde ministrou aulas de Literatura Brasileira na Universidade de Berkeley, até 1945. Entre 1953 e 1956 foi diretor do Departamento de Assuntos Culturais da Organização dos Estados Americanos, em Washington. Dessas viagens e da permanência nos Estados Unidos resultaram dois livros: Gato preto em campo de neve (1941), e A volta do gato preto (1947).
É considerada como a sua obra-prima a trilogia histórica O Tempo e o Vento (1949-1961), da qual saíram alguns personagens primordiais e bastante populares entre seus leitores, como Ana Terra e o Capitão Rodrigo.
Em 1965 publicou o romance O Senhor Embaixador no qual refletia sobre os descaminhos da América Latina.
No romance Incidente em Antares (1971), traça um apanhado da história Brasileira desde os primeiros tempos e envereda pelo fantástico, com uma rebelião de cadáveres durante uma greve de coveiros na fictícia cidade de Antares.
O enfarte que o vitimou em 1975 impediu-o de completar o segundo volume de sua autobiografia, Solo de Clarineta, programada para ser uma trilogia, e também um romance que se chamaria A hora do sétimo anjo.



Fonte(s) de consulta: Coladaweb

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Literatura - Resumo sobre Carlos Drummond de Andrade

Aula de Literatura: Modernismo - Resumo biográfico e principais obras de Carlos Drummond de Andrade

Carlos Drummond de Andrade

Nasceu em Itabira do Mato Dentro - MG, em 31 de outubro de 1902. De uma família de fazendeiros em decadência, estudou na cidade de Belo Horizonte e com os jesuítas no Colégio Anchieta de Nova Friburgo RJ, e de lá foi expulso por "insubordinação mental". De novo em Belo Horizonte, começou a carreira de escritor como colaborador do Diário de Minas, que aglutinava os adeptos locais do incipiente movimento modernista mineiro.
Ante a insistência familiar para que obtivesse um diploma, formou-se em farmácia na cidade de Ouro Preto em 1925. Fundou com outros escritores A Revista, que, apesar da vida breve, foi importante veículo de afirmação do modernismo em Minas. Ingressou no serviço público e, em 1934, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde foi chefe de gabinete de Gustavo Capanema, ministro da Educação, até 1945. Depois passou a trabalhar no Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e se aposentou em 1962. Desde 1954 colaborou como cronista no Correio da Manhã e, a partir do início de 1969, no Jornal do Brasil.
O modernismo não chega a ser dominante nem mesmo nos primeiros livros de Drummond, Alguma poesia (1930) e Brejo das almas (1934), em que o poema-piada e a descontração sintática pareceriam revelar o contrário. A dominante é a individualidade do autor, poeta da ordem e da consolidação, ainda que sempre, e fecundamente, contraditórias. Torturado pelo passado, assombrado com o futuro, ele se detém num presente dilacerado por este e por aquele, testemunha lúcida de si mesmo e do transcurso dos homens, de um ponto de vista melancólico e cético. Mas, enquanto ironiza os costumes e a sociedade, asperamente satírico em seu amargor e desencanto, entrega-se com empenho e requinte construtivo à comunicação estética desse modo de ser e estar.
Vem daí o rigor, que beira a obsessão. O poeta trabalha sobretudo com o tempo, em sua cintilação cotidiana e subjetiva, no que destila do corrosivo. Em Sentimento do mundo (1940), em José (1942) e sobretudo em A rosa do povo (1945), Drummond lançou-se ao encontro da história contemporânea e da experiência coletiva, participando, solidarizando-se social e politicamente, descobrindo na luta a explicitação de sua mais íntima apreensão para com a vida como um todo. A surpreendente sucessão de obras-primas, nesses livros, mostra a plena maturidade do poeta, mantida sempre.
Diversas obras do poeta foram traduzidas para o espanhol, inglês, francês, italiano, alemão, sueco, tcheco e outras línguas. Drummond foi seguramente, por muitas décadas, o poeta mais influente da literatura brasileira em seu tempo, tendo também publicado muitos livros em prosa.
Em mão contrária traduziu os seguintes autores estrangeiros: Balzac (Les Paysans, 1845; Os camponeses), Choderlos de Laclos (Les Liaisons dangereuses, 1782; As relações perigosas), Marcel Proust (La Fugitive, 1925; A fugitiva), García Lorca (Doña Rosita, la soltera o el lenguaje de las flores, 1935; Dona Rosita, a solteira), François Mauriac (Thérèse Desqueyroux, 1927; Uma gota de veneno) e Molière (Les Fourberies de Scapin, 1677; Artimanhas de Scapino).
Alvo de admiração irrestrita, tanto pela obra quanto pelo seu comportamento como escritor, Carlos Drummond de Andrade morreu no Rio de Janeiro RJ, no dia 17 de agosto de 1987, poucos dias após a morte de sua filha única, a cronista Maria Julieta Drummond de Andrade.


Fonte(s) de consulta: Wikipedia

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terça-feira, 12 de maio de 2009

Literatura - Os principais autores do modernismo

Aula de literatura - O modernismo e seus principais autores

O Modernismo no Brasil teve início com a Semana de Arte Moderna de 1922. Mas nem todos os participantes da Semana eram modernistas: o pré-modernista Graça Aranha foi um dos oradores. Apesar de não ter sido dominante no início, como atestam as vaias da platéia da época, com o tempo suplantou os estilos anteriores. Era marcado por uma liberdade de estilo e aproximação da linguagem com a linguagem falada; os de primeira fase eram especialmente radicais com relação a isto.

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Veja abaixo uma lista com os autores do Modernismo, e saiba mais sobre cada um deles:


Carlos Drummond de Andrade

Erico Veríssimo

Jorge Amado

Graciliano Ramos

Dyonélio Machado

Raul Bopp

Clarice Lispector

Antônio de Alcantra Machado

Ronald de Carvalho

Cassiano Ricardo

Vinícius de Moraes

Cecilia Meireles

Jorge de Lima

João Cabral de Melo Neto

Manuel Bandeira

Rachel de Queiroz

José Lins do Rego

Murilo Mendes

Guimarães Rosa

Oswald de Andrade

Mário de Andrade

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segunda-feira, 11 de maio de 2009

Português - Pronomes

Coletâneas: Língua Portuguesa - Pronomes

Veja a seguir os diversos tipos de Pronomes. Clique em cada um deles para saber mais sobre.

PRONOMES:

Pronomes Pessoais
Pronomes de Tratamento
Pronomes Possessivos
Pronomes Demostrativos
Pronomes Relativos
Pronomes Indefinidos
Pronomes Interrogativos

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Português - Pronomes Interrogativos

Aula de Português - Explicação sobre Pronomes Interrogativos


Pronomes Interrogativos


São uma forma de pronome indefinido com que se introduzem frases interrogativas (diretas ou indiretas).

Variáveis Invariáveis
Qual, quanto Quem que

Quantos irão ao cinema? (direta)
Gostaria de saber quantos irão ao cinema. (indireta)




Fonte(s) de consulta: BrasilEscola

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Aula de Português - Pronomes Indefinidos

Aula de Língua Portuguesa - Explicação sobre Pronomes indefinidos

Os pronomes indefinidos se referem à 3ª pessoa do discurso de forma vaga, imprecisa e genérica.

Alguém deixou a bica aberta.

Pronomes Indefinidos
Variáveis Invariáveis

(referem-se a coisas)
Algum, alguma, alguns, algumas algo
Nenhum, nenhuma Tudo
Nenhuns, nenhumas
Todo, toda, todos, todas Nada
Outro, outra, outros, outras
Muito, muita, muitos, muitas

(referem-se a pessoas)
Pouco, pouca, poucos, poucas Quem
Certo, certa, certos, certas Alguém
Vário, vária, vários, várias Ninguém
Quanto, quanta, quantos, quantas outrem
Tanto, tanta, tantos, tantas
Qualquer, quaisquer

(referem-se a coisas e pessoas)
Qual, quais Cada
Um, uma, uns, umas que

Os pronomes indefinidos também podem aparecer sob a forma de locução pronominal:

Cada qual, quem quer que, qualquer um, todo aquele que, tudo o mais


Emprego dos pronomes indefinidos

- o indefinido ''algum'', antes do substantivo tem sentido afirmativo; posposto, assume sentido negativo.

Algum caso teve inicio. (afirmativo)
Motivo algum me fará desistir disso. (negativo)

- o indefinido cada não deve ser utilizado sem a companhia de substantivo ou numeral.

Ganharam mil reais cada um.

- o indefinido certo, antes de substantivo é pronome indefinido, após do substantivo é adjetivo.

Não gosto de certas pessoas. (pronome indefinido)

Escolheram o local certo para a cerimônia. (adjetivo)

- o indefinido todo e toda (singular), quando não contam com a companhia de artigo, significam qualquer.

Todo homem é mortal. (Qualquer homem é mortal)

Quando vêm acompanhados de artigo dão idéia de totalidade.

Ela jogou todo o arroz fora.

Qualquer (plural = quaisquer): Vieram lagartos de quaisquer origens.



Fonte(s) de consulta: Brasil Escola

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